Assistentes virtuais: uma estratégia tecnológica avançada para humanizar a marca


Desde o término dos anos 90 as relações humanas passaram a ter uma companhia intocável, virtual e incansável, fruto de novas tecnologias como Business Intelligence, Big Data, Inteligência Artificial, entre outras. A intensidade com que as informações passaram a ser trocadas, tanto nas relações interpessoais quanto no diálogo que envolve empresas e consumidores, fez com que o processo de humanização da marca seja cada vez mais necessário e buscado. 

Em meio à falta de tolerância por respostas, o imediatismo se padronizou na sociedade e também nas diversas comunidades digitais. A conveniência e a facilidade, que movem o ser humano, tiveram grande influência na consolidação das assistentes virtuais. Apple, Google e Amazom são grandes empresas adeptas da inteligência artificial para desenvolver soluções que otimizam o dia a dia dos consumidores. 

Muito provavelmente você já conhece a Siri, da Apple, e a Alexa, da Amazom. Os dois softwares que respondem os comandos de voz são assistentes virtuais. De acordo com um estudo da agência de marketing digital iProspect, 49% dos usuários de smartphones no Brasil já usam assistentes de voz para se comunicar e solicitar ações. 

Nos anos 90, quem poderia imaginar que seria possível conversar com uma máquina e ter respostas bem humoradas em tempo real? Além dos celulares, os assistentes virtuais também comandam a casa e são capazes de abrir e fechar portas e cortinas, regular a iluminação e controlar os aparelhos eletrônicos. Tudo isso sem que seja necessário encostar em um único botão. 

Depois do sucesso causado pelas influenciadoras virtuais estrangeiras, Lil Miquela (@lilmiquela) e Noounoouri (@noonoouri), no Instagram, a Magazine Luiza criou sua própria personalidade digital, a Lu, pioneira dessa tendência no Brasil. De lá para cá, várias marcas também embarcaram na ideia e deram origem à uma comunicação ainda mais humanizada, só que de maneira virtual. 

Originalmente a Lu, do Magazine Luiza, foi criada para ser uma assistente virtual. Mas com a receptividade do público ela tornou-se também uma influenciadora. Estes personagens têm nome, aparência, tom de voz, gostos, personalidade e até mesmo uma rotina específica. 

Segundo um relatório divulgado no final de 2019 pela empresa HypeAuditor, que analisa tendências internacionais das redes sociais, os influenciadores virtuais tiveram quase três vezes mais engajamento que influenciadores reais. A maior audiência está nos Estados Unidos (23%) e na sequência vem o Brasil (9%).

(Lil Miquela / Foto: Divulgação)

(Noounoouri / Foto: Divulgação)

Como funcionam os assistentes virtuais?

A tecnologia funciona através de um sistema de reconhecimento de voz ou texto, que recebe e entende a informação para posteriormente executar o comando enviado. O Machine Learning, ou seja, o aprendizado da máquina, é um ramo muito importante que pertence à Inteligência Artificial e que está se destacando cada vez mais no mundo dos negócios. 

De uma maneira geral, essa tecnologia se baseia no grande volume de dados para aprender sem precisar depender de intervenção humana. Quanto mais os assistentes são usados, mais eles são refinados para entregar respostas cada vez melhores aos usuários.

Os novos assistentes virtuais do mercado brasileiro

Lu, do Magazine Luiza, Nat, da Natura, CB, da Casas Bahia e Rê, da Rexona, são algumas das personalidades virtuais que conquistam as telas e o dia a dia dos brasileiros. 

Embora esse tipo de estratégia seja bastante complexa e cara, ela reflete segurança de planejamento para a empresa e, consequentemente, fomenta o engajamento e gera resultados positivos. 

A maioria dos boots são mulheres. Em 2005, o professor de comunicação da Universidade de Stanfor, Clifford Nass, documentou dez pesquisas sobre os elementos psicológicos e de design. 

Após anos de estudo, ele concluiu que a voz feminina é percebida como capaz de ajudar a resolver problemas, enquanto a masculina é vista como uma figura autoritária. Outra curiosidade é que a voz feminina é o primeiro ruído que se escuta ao nascer, e desde cedo, gera segurança.

(Lu, do Magazine Luiza / Foto: Divulgação)

(Nat, da Natura / Foto: Divulgação)

(CB, da Casas Bahia / Foto: Divulgação)

(Rê, da Rexona / Foto: Divulgação)

 

As vantagens de ter um assistente virtual 

Os assistentes virtuais tornam as atividades cotidianas muito mais práticas e se projetam para ainda mais próximo do consumidor. A tecnologia possui diversos benefícios como: 

Um personagem 3D trabalha 24 horas, 7 dias por semana. Garantindo assim, uma devolutiva quase imediata, independente da hora que o consumidor demonstre interesse pela empresa.  

O assistente virtual tem características próprias e apresenta quais são os propósitos da marca, o que torna a identificação do consumidor com a empresa ainda mais assertiva.  

Embora tenham voz, personalidade e posicionamento, os assistentes virtuais não se envolvem em polêmicas. Afinal, não são reais e são controlados pelo ser humano. 

Este tipo de dinâmica traduz a busca por modernidade e proximidade com o público. As empresas que utilizam assistentes virtuais são vistas como antenadas nas tendências e tecnológicas. 

Ou seja, engaja. O lançamento de um assistente virtual é um grande boom para a marca e pode fazer com que a imagem até então transmitida seja atualizada através dos olhos do público.

Pontos negativos de se ter um assistente virtual 

A tecnologia, como citada acima, não é barata. Além do investimento, o desenvolvimento do personagem precisa ser feito por um time de profissionais que sabe o que faz. 

O foco deve ser sempre a experiência do usuário, que ao se deparar com um assistente que não se desenvolve de maneira quase humana, passa a enxergar a marca como amadora no que se propôs a oferecer. 

Qualquer nova interação, por menor que seja, requer planejamento e desenvolvimento do personagem com antecedência. A tecnologia 3D, por ser complexa, leva tempo para ser executada. 

No caso de um evento presencial da marca, por exemplo, contar com a participação do assistente virtual, de maneira prática e econômica, é bastante dificultosa. 

A humanização das marcas nas redes sociais é um assunto bastante debatido e citado. Como acabamos de ver, algumas grandes marcas encontraram uma maneira criativa e eficiente de se comunicar com o público.  

Qual dos assistentes virtuais citados você mais se identifica? Você já foi atendido por algum deles? Se sim, qual foi sua experiência? Compartilhe conosco! 

Marketing de Influência: como investir na estratégia que tomou conta das redes sociais

 

Se você é ativo nas redes sociais com certeza já se deparou com postagens de influenciadores e celebridades divulgando produtos e serviços. Esses profissionais estão cada vez mais ativos e presentes na vida das empresas e dos consumidores produzindo o famoso “publi”, que nada mais é do que um conteúdo patrocinado por uma marca. 

Mas afinal, o que é Marketing de Influência?

É o conjunto de estratégias e ações que utiliza um profissional, no caso uma celebridade, como interlocutor com alto poder de convencimento, buscando influenciar na decisão de compra a favor de determinada marca. Marketing de Influência não é apenas a maior tendência do mercado digital, quando bem feito, é resultado.  

Se realmente vale a pena investir tempo e dinheiro na internet? Os números comprovam a proporção da conexão virtual. Nosso país é o 3º no ranking dos que passam mais tempo na internet. Gastamos, em média, 9 horas navegando diariamente. Estamos também entre os primeiros quando falamos no tempo gasto nas redes sociais: são mais de 3 horas diárias.

Quem são os reis e as rainhas? 

No reino chamado internet, os influenciadores são os reis e as rainhas dos conteúdos. 71% das pessoas conectadas na terra do consumo de dados afirmam que seguem algum tipo de influenciador e 62% afirmam possuir um formador de opinião favorito. 

Por que trabalhar com os influenciadores? Porque os profissionais criam uma ponte entre a marca e o próprio público, extremamente engajado, impactando de maneira positiva as estratégias traçadas. 

Quanto mais seguidores maior o resultado? 

Primeiro é importar ressaltar que o influenciador ideal, ou seja, o profissional compatível com a marca e com o que ela produz e transmite, nem sempre é uma celebridade. O segredo para encontrar “a cara da marca” é buscar e analisar uma pessoa que tenha os mesmos propósitos e discurso da empresa.  

No entanto, a verdade é que para uma parceria assertiva e sólida nem sempre é necessário utilizar uma celebridade que tem milhares de seguidores nas redes sociais. 2019 foi o ano do microinfluenciador, profissionais com até 100 mil seguidores, e 2020 está sendo o ano do nanoinfluenciador, pessoas com até 20 mil seguidores. 

O lado positivo de trabalhar com influenciadores com menos de 20 mil seguidores? Para os consumidores, eles representam taxas de envolvimento mais altas do que os macroinfluenciadores, e suas recomendações podem parecer mais confiáveis e verdadeiras do que os “publis” feitos por grandes nomes. 

Como escolher o influenciador certo para a marca? 

Durante a execução do planejamento estratégico é fundamental analisar qual é o objetivo da campanha de Marketing de Influência, o tamanho da empresa, a verba disponível para tal ação e o público consumidor dos produtos ou serviços. 

Se o objetivo for alcançar o maior número de seguidores, o ideal é apostar em uma celebridade bastante conhecida. Por outro lado, se o foco é atingir regiões pontuais a escolha de nano e microinfluenciadores é uma excelente estratégia. Mas, independente do alcance do influenciador, lembre-se: toda campanha tem que se conectar com a realidade daquele profissional. 

Para acompanhar os resultados de algumas ações realizadas para a Cadence Brasil, confira nossas redes sociais. 

 

Planejamento: o combustível que move suas estratégias


Decidir qual é o melhor carro para a família, o momento ideal de comprar um imóvel, quando abrir o próprio negócio, traçar o destino da próxima viagem, mobiliar e decorar a casa. Para tomar todas essas decisões, visando ser o mais assertivo possível, deve-se organizar as ideias, reconhecer as necessidades e agir com base nas disponibilidades. 

Para que uma empresa tenha sucesso é necessário tirar as metas do papel e traçar um plano de ação, assim como para todas as escolhas da vida. Pensar de maneira estratégica nas futuras decisões do negócio, pontuar quais passos serão dados, porquê e para qual lado apontarão são atividades que pertencem ao planejamento estratégico, processo que é capaz de aproximar a empresa do sucesso. 

Mas antes, qual é realmente a importância do planejamento estratégico? 

De maneira simplificada, o planejamento estratégico é o processo no qual a empresa simula ações e toma decisões sobre possíveis acontecimentos. A questão estratégica é muito mais do que estabelecer metas, é ter compromisso com o que foi e será traçado. São essas pontuações fiéis que formam o propósito da marca e fazem com que as pessoas se sintam conectadas e em compatibilidade com a empresa.  

Durante o desenvolvimento do processo estratégico algumas questões são norteadoras: como tornar a empresa diferente das outras propostas do mercado? Como se tornar referência e marcar uma vantagem competitiva? Como encontrar o lugar do seu negócio em meio ao mercado?

Sem planejamento a empresa é um carro descontrolado em uma estrada cheia de curvas 

Pode parecer exagero mas não é: se o plano de negócio da sua empresa não vem acompanhado de um planejamento estratégico, você está dentro de um carro no qual não pode controlar a direção. Um dos principais problemas das empresas, e que já fez grandes nomes do mercado se perderem, é não ter as metas de curto, médio e longo prazo bem traçadas. O risco que se corre por não saber qual será o ponto de chegada pode custar muito caro. 

Para dar início ao planejamento diversas áreas precisam ser estudadas. Vamos ao passo a passo? 

1. Identifique as pessoas que serão impactadas pelo seu trabalho 

Um dos primeiros pontos durante o processo estratégico é identificar quais são as pessoas ou os grupos de pessoas que serão afetados pelas ações realizadas pela empresa, os chamados: steakholders. 

Antes de atingir essas pessoas é importante saber quais são as necessidades e expectativas desse público, o que ele consome, o que busca, em quais canais se conecta, quais são seus propósitos. Durante o estudo vale conversar com os colaboradores, já que eles contribuem significativamente para a empresa girar bem. 

2. Defina a identidade organizacional

Os três pilares principais que tornam sua empresa única: 

Missão: a razão por ela existir. 

Visão: o que a empresa deseja ser. 

Valores: o conjunto de princípios que servem de guia para o comportamento e as atitudes. 

Caso a empresa já tenha uma identidade organizacional, vale analisar quando ela foi construída para ver se no atual momento os pilares ainda se mantém atuais e válidos.

3. Monte a análise SWOT  

O termo vem do inglês e a sigla se refere a forças (strengths), fraqueza (weakness), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats). A partir destes quatro pontos estudados você começa a reconhecer todas as características da empresa. De acordo com cada realidade é possível enfatizar e manter os pontos fortes, reconhecer as fraquezas, encontrar novas oportunidades e se blindar das ameaças.

4. Construa o plano de ação 

Após definir os objetivos, o seguinte passo é reunir todas as ideias e dar início à execução. Construir um plano de ação é fundamental para identificar e buscar como a marca irá atingir os objetivos e metas. Vale ressaltar que um plano de ação pode ser composto por poucas ou diversas ações. O número de sugestões não garantirá o sucesso, mas sim o impacto que as ações terão sobre o público. 

Anotou todas as dicas para montar um planejamento estratégico sólido? Se atente às necessidades do processo que você conseguirá otimizar seu tempo e ampliar os resultados.

Google Ads e Facebook Ads: como investir?


Independente do ramo de atuação, se você começou a trabalhar na internet há pouco tempo e quer aparecer lado a lado com seus concorrentes, provavelmente já teve uma dúvida bastante comum: como começar a investir em Google Ads e Facebook Ads. A resposta desse questionamento é “depende”. Sim, depende de diversos fatores. Não há uma receita pronta que possa ser aplicada em toda as áreas, você terá que analisar o cenário completo da empresa e listar as necessidades e os objetivos. 

Mas, antes de tudo, por que é tão importante investir na internet?

Em primeiro lugar, é importante lembrar que nosso país é o 3º no ranking dos que passam mais tempo na internet. Gastamos, em média, 9 horas navegando diariamente. 

Estamos também entre os primeiros quando falamos no tempo gasto nas redes sociais: são mais de 3 horas diárias. 92% dos usuários acessam as redes pelo celular e a maioria dos perfis do Facebook e do Instagram, no Brasil, são mulheres, totalizando 54%. 

Antes de investir reúna os dados

Antes de tudo você precisa realizar pesquisas e montar um planejamento. Reunir todas as informações necessárias para conhecer seu público e traçar as estratégias de marketing digital, é fundamental para dar início ao investimento nas redes sociais. Inúmeros fatores devem ser analisados como: o budget disponível para tal campanha, o público que você deseja atingir, como é o comportamento desses possíveis consumidores, a região a ser impactada, o valor do serviço e/ou produto vendido pela empresa, o período que você deseja ter retorno. 

Como investir?

Google Ads 

>> Investimento baseado em conversão 

Se você optar por esse caminho, o primeiro passo é definir quantos clientes quer gerar com a campanha. Se o objetivo for uma conversão direta, ou seja, uma venda automática, você precisa se atentar à taxa dada pela relação do números dos visitantes. Para uma conversão indireta, ou seja, uma campanha na qual o resultado é um lead, o trajeto é mais longo. Vale frisar que leads são contatos de potenciais clientes. 

O funil de interesse e venda, que antes era igual para todas as pessoas, não é mais. Até o momento que os consumidores interessados decidem comprar, os caminhos e pontos de contato podem ser diversos. Gerar venda depende do esforço depositado, da constância de conteúdo e da diversidade nas formas de impacto.

>> Investimento para fortalecer o branding 

O objetivo da campanha é mostrar o que sua marca faz, porque ela nasceu e no que acredita. O branding é fundamental para transmitir todas essas informações aos clientes e levá-los ao site, gerar interesse e posteriormente realizar uma venda. Porém, para esse objetivo, outro fator deve ser observado: reconhecer a quantidade de buscas realizadas pelas palavras-chave do Google. 

Facebook Ads 

>> Investimento baseado em estratégias tentadoras 

Para fortalecer a presença de marca e aumentar as oportunidades de negócio é necessário traçar uma estratégia tentadora. O investimento em Face Ads possibilita, dentre diversos benefícios um retorno bem mais rápido que o Google Ads, por exemplo. A rapidez e a facilidade para criar campanhas são grandes atrativos. Os canais são acessíveis a qualquer empresa, independente do nicho de atuação, porte e tempo de mercado. 

Para anunciar seu produto ou serviço não basta querer, é fundamental traçar uma estratégia de marketing bem direcionada e alinhar a comunicação. Caso contrário, a empresa pode não atingir o resultado esperado. Campanhas não otimizadas e sem objetivo claro tendem a não conquistar os consumidores.

Google e Facebook Ads 

>> Investimento em diferentes anúncios 

Realizar mais de um modelo de anúncio é fundamental para que você possa verificar o impacto que cada um deles gerou no público. Com mais de uma variação rodando, você pode analisar o impacto e escolher o anúncio que mais gerou interesse no público para seguir. Você pode, por exemplo, mudar uma frase ou usar uma imagem diferente, alterar os dados demográficos da segmentação e até mesmo, produzir o mesmo conteúdo em formato diferente.

Anotou todas essas informações para aprender a investir e se destacar dos concorrentes na internet? Lembre-se que independente da verba disponível, estar presente em todos os canais de comunicação que seu público frequenta é fundamental. Saber que os anúncios não geram resultados a curto prazo também é de extrema importância para que você saiba compreender e analisar o mercado. Constância é vital para que sua marca se destaque. Não basta anunciar uma única vez, principalmente se você teve o objetivo alcançado. Manter a recorrência fará com que sua marca acompanhe a evolução do mercado mundial e para que os concorrentes conheçam sua zona de expertise. 

Black Friday 2020: você já fez sua listinha de compras?

Além dos significados e simbolismos, as datas comemorativas possuem uma grande importância para a economia e para as pessoas envolvidas no comércio. Apenas em 2019, a Black Friday ultrapassou R$ 3 bilhões em movimentação, segundo a Ebit-Nielsen. 

De acordo com os dados da pesquisa, os consumidores estão mesmo animados para voltar às compras depois de meses confinados. E tanto faz que seja nas lojas físicas, por aplicativos ou através de e-commerces. 68% dos entrevistados disseram que têm o hábito de comprar durante as promoções da Black Friday. 

Mais de 1.700 consumidores maiores de 18 anos e das classes A, B e C foram ouvidos em todo o Brasil. Os resultados revelaram uma perspectiva muito positiva para a data comemorativa que acontecerá no final de novembro.

Relevância no Brasil 

Planos para Black Friday 

Vai muito além da compra

Categorias mais desejadas na pandemia 
Formas de pagamento 
Influência da publicidade
O que os consumidores esperam deste ano 

 (Fonte: Behup – Pesquisa Black Friday 2020 para Análises & Insights)

 

Bebês e animais: por que nos encantam?

Animais filhotes e crianças. Há imagens mais fofas que essas? A ternura e o encantamento que elas transmitem é sentido por praticamente todas as idades. As imagens podem provocar extrema vontade de pegá-los no colo e oferecer proteção e carinho. 

Você sabe porquê?

Em primeiro lugar, é importante saber que esses sentimentos ocorrem devido a mecanismos inatos do sistema sensorial, ou seja, não é algo herdado geneticamente. 

Embora as pessoas sejam muito influenciadas pela educação, cultura e ambiente, uma parte considerável do nossos comportamentos se baseiam em processos inatos.

Konrad Lorenz, cientista austríaco que ganhou o prêmio Nobel por estudos das bases biológicas, em 1943, foi o primeiro a sugerir que essas reações seriam resultado de uma adaptação biológica. 

A adaptação fez nosso sistema nervoso “reconhecer” características anatômicas de bebês e reagir de forma maternal e protetora. O cientista nomeou esse conjunto de características, em alemão, de “Kindchenschema" (padrão criancinha). Para reconhecê-las basta ter:

E essa fofura? Dá pra sentir o cheirinho de bebê de longe. (Foto: Banco de imagem)

Impossível não ter vontade de esmagar esse neném. (Foto: Banco de imagem)

Animais filhotes também despertam o mesmo efeito, como provou o pesquisador Paul Spindler em 1961. Ele estudou a reação "maternal", oferecendo a pessoas gatos de diferentes idades.

A reação típica (afeto, alegria, inclinação da cabeça para um lado e palavras carinhosas) ocorria com mais frequência quando as pessoas interagiam com filhotes.

Você sabia?

As formas arredondadas encantam os adultos. Se você quiser tornar algo ainda mais atraente ou elevar o nível de fofura, desde a imagem de um anúncio a um produto, invista nesse tipo de fotografia para ter resultados ainda melhores.

Venda online: como se preparar e dar o primeiro passo

Antes de dar início ao assunto é importante saber: você já leu o conteúdo “E-commerce: por que ter um?”? Tudo que foi dito anteriormente precisa ser analisado e serve de base para que os próximos passos da sua empresa possam ser dados de maneira assertiva. Conteúdo lido? Então agora podemos começar! 

Após identificar qual é o tipo de e-commerce ideal para sua empresa, você precisa saber quais são as primeiras providência que precisa tomar para ver o site no ar. Fique tranquilo, com conhecimento, dedicação e profissionalismo seu e-commerce tem tudo para dar certo! 

Parece óbvio, mas muitas pessoas criam uma plataforma com o objetivo de vender um determinado segmento e acabam mudando no meio do caminho. Em primeiro lugar, é necessário saber o que sua empresa vai oferecer, e para saber isso é necessário realizar um planejamento para definir como o negócio irá funcionar. 

Antes de pensar em vender online você precisa entender quem é seu público-alvo. Desenhar a persona, ou seja, seu cliente ideal, é fundamental para entender como a sua mercadoria pode oferecer soluções e gerar valor na vida das pessoas. 

A qualidade dos produtos é uma das chaves para o sucesso de um e-commerce. A escolha dos fornecedores precisa ser feita de maneira criteriosa e paciente. Levantar referências sobre as empresas analisadas e ficar atento ao histórico de confiabilidade das marcas é importante para não ter prejuízo nas mercadorias e no cumprimento dos prazos. 

A escolha do domínio do seu site também está bastante ligada à lembrança de marca que sua empresa terá. Optar por um nome complexo ou muito longo pode fazer com que os consumidores não lembrem o nome da sua marca, e por este motivo, esqueçam de consumi-la. 

Um lembrete importante: optar pelas possibilidades sem custo pode transmitir pouca confiabilidade ao cliente. Em uma breve pesquisa na internet você consegue encontrar opções seguras e com custos bastante acessíveis.

Assim como a escolha do domínio, a plataforma que será usada também precisa de atenção redobrada. Tenha cautela ao escolher a empresa e saiba quais são os serviços oferecidos por ela. O número de cadastro de produtos e clientes, o cálculo automático do frete, a integração com o Correios e a fácil operação são informações que precisam ser levadas em consideração para uma boa escolha. 

Ao contratar uma plataforma de gerenciamento para seu e-commerce você precisa ter certeza de que poderá personalizar seu site, desde o painel de controle até as páginas que o público terá acesso. Navegar em um site que tem a mesma aparência que o de outra marca não desperta curiosidade e pode inclusive prejudicar a experiência do consumidor. Para uma identidade única e que converse com o propósito da sua marca, contratar um designer é essencial. 

A logística é uma das questões mais delicadas de um e-commerce é um dos maiores motivos de reclamação também. Como os produtos serão enviados e por quais serviços são duas decisões que você precisa tomar após estudar bastante o mercado. Se os serviços não funcionarem da melhor maneira possível, o consumidor tem uma imagem negativa da empresa.
Dica: se seu negócio tiver um crescimento notável, firme uma parceria com uma transportadora que entregue as mercadorias sem atraso e possa oferecer descontos pelo número de pacotes enviados.   

Se você escolheu um domínio com palavras relacionadas ao que vende, saiba que aqui esta decisão tem um peso muito importante, não somente nas buscas orgânicas feitas pelos consumidores mas também na descrição do produto cadastrado no e-commerce. Se seu negócio for sobre vestuário, por exemplo, o cliente pode buscar por “casaco de lã” nos sites de busca, e se as mesmas palavras estiverem na descrição do objeto, mais seus produtos serão direcionados à internet. 

Você já faz parte do universo digital. Então explore tudo que as redes sociais podem oferecer para a divulgação da sua marca. Após reconhecer seu público e traçar sua persona, você saberá quais são as plataformas que sua empresa precisa usar para dialogar com os consumidores diariamente.
Atenção: não basta criar um perfil e não atualizá-lo com frequência. Você precisa desenvolver estratégias digitais e saber quais ferramentas usar para se comunicar diariamente com os consumidores. 

Após todos os 9 passos anteriores, chegou o momento de você criar a estratégia digital da sua empresa. Quais são os objetivos e as necessidades da sua marca? O que você almeja alcançar? Em quanto tempo você deseja conquistar? Estabelecer quais são suas metas é o primeiro passo para traçar uma estratégia. Em segundo lugar, para acompanhar seus resultados, você precisa estabelecer períodos de checagem. Verificar e analisar as métricas é fundamental para perceber se sua meta está próxima de ser cumprida.
Surgiu um problema ou uma não aceitação? Faça as correções e volte para o percurso. 

Onlife: a importância da comunicação 360º

É perceptível: a comunicação das empresas mudou muito nos últimos anos. Os conteúdos que antes eram feitos com o intuito de impactar a grande massa, sem uma estratégia de direcionamento, passou a ser focado na segmentação do público-alvo que precisa ser captado. 

Com a chegada da internet e com a atuação das marcas nas mídias digitais, este comportamento mudou e tornou-se um diálogo com pessoas que possam realmente se interessar pelo serviço ou produto oferecido pela empresa anunciante.

A internet possibilitou, e muito, o filtro e assertividade das informações. Nos meios digitais, o usuário não é mais submisso a qualquer tipo de conteúdo, ele consome somente o que acredita ser de valor para sua vida. Esta seletividade é o que faz as empresas dialogarem de maneira cada vez mais direta em todos os formatos de anúncio. 

Mas afinal, o que é ser Onlife?

O termo “onlife” é a integração dos dois formatos de comunicação: online e offline, e enfatiza a necessidade de manter um diálogo contínuo em todos os meios de conversão. Afinal de contas, uma mensagem só é compreendida quando há um reforço em diferentes lugares. 

O posicionamento e a imersão das empresas nas mídias digitais deixou ainda mais claro que: a comunicação feita através das telas também precisa se estender para as ruas. Isso não quer dizer que se a empresa realizar uma campanha digital, no Instagram, ela também precise investir em um outdoor. Ser onlife é estar presente e conversar com o público-alvo em todos os meios que ele frequenta, de acordo com as estratégias traçadas, lógico. 

Ter uma comunicação 360º significa ter uma visão completa de todos os mecanismos de informação, sejam eles digitais ou não. Para que a mensagem transmitida seja fluida e alcance o público desejado é preciso definir estratégias e processos e não esquecer da humanização. É fundamental lembrar que os consumidores são pessoas e que buscam ser compreendidas. 

Em resumo: ser onlife é ultrapassar os limitantes e interagir em todos os possíveis formatos de comunicação, quando estão alinhados com o objetivo de determinada ação, claro. Dialogar com o público através da tela e também pessoalmente é o casamento perfeito para gerar ainda mais identificação com a marca. 

E-commerce: por que ter um?

Se você tem uma empresa, está presente nas redes sociais ou trabalha com marketing com certeza já ouviu falar em e-commerce: o comércio eletrônico. As vendas pela internet conquistaram não apenas o coração dos usuários das plataformas digitais como também a vida de quem busca praticidade e, principalmente no atual momento que vivemos, segurança. 

Com certeza, ao navegar pela internet, você já percebeu o quanto a pandemia deixou o mundo ainda mais digital. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), 107 mil novos e-commerces foram criados somente durante estes meses de isolamento. A cada minuto, mais de uma loja virtual é aberta no Brasil, dos mais variados nichos. 

Apenas em abril deste ano o e-commerce brasileiro faturou R$ 9,4 bilhões e teve um aumento de 81% em relação ao mesmo período do ano passado. Para te ajudar a entender ainda mais sobre a importância do e-commerce e como ele deve ser gerenciado, separamos algumas informações valiosas abaixo.

Por que ter um e-commerce?

Além da sua empresa ter a oportunidade de ser encontrada e de vender para todos os lugares do Brasil, ter um e-commerce une dois processos básicos em um único momento: a venda e o atendimento ao cliente. Automações como disparo de e-mail, controle de finanças e estoque também são possíveis quando falamos em venda virtual. A agilidade na gestão deste tipo de empresa facilita o trabalho e permite ampliar as regiões de atuação.

Benefícios e desvantagens do e-commerce 

Por que o consumidor dá preferência ao e-commerce ao invés da loja física? Bom, em primeiro lugar, pela praticidade de poder realizar a compra em qualquer lugar e horário. Em segundo, porque os preços costumam ser mais baratos. Afinal, o negócio virtual tem menos custos que manter um ambiente físico com diversos vendedores, por exemplo. Em terceiro, porque é possível realizar uma comparação de preços em tempo real. Outro benefício bastante importante deste tipo de negócio é o alto potencial de vendas, já que a empresa pode atender milhares de pessoas simultaneamente. 

Nem tudo são flores, o e-commerce tem uma desvantagem que leva o consumidor a não optar pela compra online se estiver com pressa de usá-la: o tempo de entrega da mercadoria. Por isso, se você já tem uma empresa ou quer iniciar uma, pode usar esse ponto negativo para traçar uma estratégia digital de reversão e conquistar o consumidor e oferecer mais que seu concorrente. 

Tipos de e-commerce

Existem diferentes tipos de e-commerce, cada um deles atende determinada necessidade. Antes de desejar abrir um comércio eletrônico você precisa entender mais sobre cada uma das categorias. 

O e-commerce B2B (Business to Business) é utilizado por empresas que vendem para outras empresas. Geralmente este tipo de negócio comercializa máquinas e matéria-prima, embora também possa vender produtos já acabados. 

O e-commerce B2C (Business to Client) é utilizado por empresas que vendem diretamente para o cliente final. Neste tipo de comércio não há limite para os tipo de produtos que podem ser vendidos. Vestuário, eletrônicos, móveis, alimentos, serviços são algumas das opções bastante conhecidas. 

Produtos físicos x produtos digitais 

Embora ele seja muito lembrado pela compra de produtos físicos, o e-commerce também é bastante acessado para compra de produtos digitais: filmes e séries, e-books, cursos, mentorias e softwares, por exemplo. 

Em comparação com a venda de produtos físicos, os digitais não sofrem com problemas bastante conhecidos pelos consumidores: estoque e entrega. Porém, a concorrência é ainda maior e muitas vezes desleal. Afinal, muitos produtos podem ser obtidos de maneira gratuita. 

Agora que você já conhece mais sobre o mercado online e sabe qual é o tipo de e-commerce ideal para sua empresa, entre em contato conosco por e-mail ou pelas redes sociais. Uma plataforma de sucesso precisa de boas estratégias e gerenciamento correto. Conte com a gente!  

5 perfis de marketing digital para você seguir

Se você trabalha com o universo digital, que vive em constante mudança, ou é apenas apaixonado por assuntos que envolvam redes sociais, com certeza já ouvir falar destes quatro profissionais que listamos. Com mais de 1 bilhão de usuários ativos, o Instagram tem inúmeros perfis comerciais inovadores, bacanas e inspiradores. Por isso, separamos alguns que são referência no ramo que atuam. Pronto para novos insights?

A escola de branding foi fundada pelas irmãs Bárbara, Débora e Julia Alcântara, coautoras do livro “Instagram Skills”, naturais de Curitiba/PR. As irmãs trabalham com Marketing Digital e Criação de Conteúdo desde 2009, e já saíram na “Forbes Under 30” em 2018, na categoria empresarial. Além disso, são donas de outras quatro marcas, palestrantes do TEDx, vencedoras do prêmio “PINI DESIGN” e Top Voice LinkedIn 2018.

Escritora, consultora e palestrante nas áreas de Marketing Digital, Inovação e Educação. Formada em Engenharia, Marketing, Desing Gráfico e Artes ela coleciona títulos e conquistas. Autora de seis livros, inclusive o best seller “Marketing na Era Digital” e finalista do Prêmio Jabuti 2014 com “[email protected]: a (r)evolução digital da educação”. Palestrante de 5 “TEDx”, Keynote Speaker Internacional com mais de 70 palestras no exterior e premiada três vezes como melhor palestrante em congressos nos Estados Unidos. Listada entre os 50 profissionais mais inovadores do mundo digital brasileiro pela revista “ProXXIma” e rankeada entre os “Top 50 Marketing Blogers” mais influentes do mundo pelo KRED. Além de apresentadora do “Mundo Online” na Rádio Jovem Pan e da websérie “Caminhos da Inovação”, da Desenvolve SP, ela é CEO e professora de MBS e pós-graduação na PUC-SP, Insper, ESPM entre outras instituições. 

Aos 27 anos a produtora de conteúdo e youtuber, moradora e natural de São Paulo, conversa com mais de 625 mil inscritos no canal que leva seu nome, no YouTube, e com seus 686 mil seguidores no Instagram. Embora ela tenha iniciado a carreira há 10 anos, como blogueira do “Radioactive Unicorns”, atualmente aborda temas como comportamento, empreendedorismo e carreira no cenário digital. Além de ser a voz por trás do podcast “Eu Penso Demais”, com vídeos sobre planejamento, estratégia e atuação, ela ensina técnicas para quem também quer ter as redes sociais como profissão. 

Formado em cinema pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), em São Paulo, diretor e produtor da “Enfim Filmes”, fundador e CSO da “WTF Maison”, empreendedor, palestrante, diretor criativo, produtor de conteúdo há mais de 8 anos, youtuber e dono do quadro “O Bigode na Cozinha” no canal da Danielle Noce, sua esposa e sócia, que conta com quase 3 milhões de inscritos no YouTube. 

O casal, reconhecido pela referência no mundo digital e empreendedor, conta com parceria de grandes marcas como Bradesco, Latam, Jaguar é conhecido por negociar projetos completos de influência digital. Paulo e Dani são as vozes por trás do “O Podcast”, eleito o melhor podcast do ano pelo “Digital Awards Brasil”, onde recebem convidados para falar sobre criação, marcas, conteúdo e tudo que envolver o mercado digital.

A histórias destes quatro influenciadores são inspiradoras e suas ações mais ainda. Não perca tempo, esteja ainda mais imerso no universo digital. Acompanhe nossas sugestões e se apaixone cada vez mais por esse mundo que vive em constante crescente e mudança!