Empresa future ready: o que falta para a sua se tornar uma?

Você já parou para pensar que no atual momento em que vivemos toda empresa passa a ser uma empresa de tecnologia? As mudanças constantes fazem com que o futuro digital seja cada vez mais real e esteja cada vez mais presente nas atividades diárias.

“Desafio future ready: toda empresa é uma empresa de tecnologia” foi um dos temas discutidos na quarta edição do evento Frontiers Unlocked, da MIT Sloan Management Review Brasil. Online e gratuito, vários nomes do mercado foram convidados para conversar sobre o assunto.

O evento, que começou em 2020 com um encontro presencial, teve que ser readaptado por conta da pandemia. Estar pronto para o futuro digital foi o pensamento principal da nova versão virtual do evento. 

Customer Experience (Experiência do Cliente)

Os executivos Cesario Nakamura, CEO da Alelo, e Washington Vital, Head da Data Analytics e Digital Transformation na SulAmérica, conversaram sobre a rapidez de tomar decisões assertivas em momentos de grandes transformações.

Além da tecnologia, eles refletiram sobre o propósito do mundo digital na centralidade do cliente, abordando estratégias, marketing e relacionamento. Visando as necessidades e o comportamento do consumidor, as empresas de Cesario e Washington deixam cada vez mais para trás o mundo offline que ditou as regras por muito tempo. 

Há alguns anos os tíquetes de papel da antiga Visa Vale não circulam mais. Depois deles, os cartões magnéticos foram bastante usados. Atualmente, os aplicativos próprios da Alelo e de terceiros suprem as necessidades do público. As mudanças feitas têm o objetivo de servir melhor os consumidores e resumem o novo posicionamento da marca: inteligência que conecta pessoas a negócios. 

A SulAmérica também teve notáveis e atuais mudanças. O novo rebranding da marca preza por uma postura de cuidado e atua em questões de saúde física, mental e financeira do consumidor. Washington diz que a tecnologia é usada como ferramenta para somar todas as necessidades e oferecer uma proposta de vida para que seja possível acompanhar o consumidor em toda a sua jornada. 

Como melhorar a experiência do cliente? Entregar o que o consumidor necessita no momento que ele mais precisa é um ganho bastante válido para a experiência do mesmo. 

Customer Experience (Experiência do Cliente)

Por conta da pandemia do Covid-19, o ato de tomar decisões teve que ser acelerado, e isso levantou diversos pontos de atenção que devem ser acompanhados. Repensar o relacionamento com os clientes e as tecnologias necessárias para conectar sua marca com eles foram questões analisadas. 

As duas companhias compartilharam que mudar a mentalidade dos colaboradores para entender o papel central da tecnologia e, ao mesmo tempo, atender às demandas urgentes dos consumidores foram alguns dos desafios para as marcas que têm culturas profissionais muito fortes. 

Checklist - para se tornar uma future ready 

Embora muitas empresas não estejam trabalhando na transformação digital como deveriam, os participantes do evento elencaram alguns pontos a serem cumpridos para aquelas companhias que ainda não se atualizaram e continuam céticas, se tornarem future ready. 

Cesario diz que a liderança precisa comprar a ideia de transformação digital. A humildade para estar sempre aprendendo também é fundamental para entender limites e desafios únicos que a marca pode vir a enfrentar, afirma o CEO da Alelo. 

Uma das dicas mais valiosas do executivo foi: buscar maneiras de fazer inovação aberta. Alinhar os esforços do time é uma excelente maneira de dar início a novos projetos e não atropelar os outros players que podem surgir no mercado. 

Já Washington, da SulAmérica, pontuou a necessidade de levar a tecnologia para áreas estruturais da empresa, já que elas demandam bastante atenção e facilmente tiram o foco da resolução de problemas do negócio.

Está em seus planos tornar sua empresa uma future ready mas você não sabe  por onde começar, quais ferramentas digitais usar e como se comunicar com o consumidor? Nosso time de especialistas pode te ajudar. Aguardamos seu contato!

Estratégia de vendas: você sabe o que é preciso fazer para vender mais em 2021?

Você sabe o que é preciso fazer para desenvolver um plano assertivo e dar início às estratégias de vendas? As metas da empresa precisam estar alinhadas aos objetivos da campanha para que o sucesso possa ser conquistado, através da comunicação ideal com seu público-alvo. 
Reunimos diversas dicas para que você saiba por onde começar e quais são todas as etapas do processo. Confira! 

O início de um novo ano traz consigo diversas oportunidades para potencializar as vendas do seu negócio. Porém, você sabe como traçar uma estratégia de vendas assertiva? Para desenvolver um plano sólido e robusto, diversos fatores devem ser levados em consideração. Fique tranquilo, abordaremos cada um deles em detalhes para que você, ao final deste texto, consiga dar os primeiros passos rumo ao sucesso. 

Mas, por onde começar a traçar uma estratégia de vendas?

Primeiro, defina - de maneira realista e não baseada no que se deseja, quais são as metas que a equipe comercial deverá focar. Ter o trajeto bem desenhado e compreendido por todos os envolvidos faz com que o time se mantenha motivado e produtivo. Afinal, sem um ponto de chegada, qualquer número pode ser considerado bom. 

Qual empresa não deseja aumentar as vendas? Sim, obviamente, todas. Porém, nem todas têm estrutura e recursos para crescer mais da metade de seu atual tamanho todo mês, por exemplo. Para ter vendedores que “dão o sangue” pela empresa não é necessário estipular uma meta inatingível, e sim incentivá-los com base em dados reais. 

Um dos grandes motivos da falta de motivação de um time é ver que apesar da tamanha dedicação e esforço, o resultado desejado não é atingido. Por isso, para evitar a frustração e falta de confiança dos colaboradores, aplique o método SMART ao traçar suas metas:

1. Específica

“Ter mais clientes” e “vender muito mais do que se vende no atual momento” não são metas específicas, e sim bastante vagas e ilusórias. O número de clientes que precisa ser acrescido, de qual maneira a empresa irá conquistá-los, por qual motivo são necessários. Essas são algumas das questões que precisam ser feitas e respondidas para que a meta seja compreendida e acatada pela empresa. Sem identificar o objetivo, o time não se conecta com o propósito.

2. Mensurável 

Para saber se a meta foi alcançada é necessário avaliar os resultados. Uma meta SMART precisa ser mensurável de alguma maneira. Como fazer isso? 

Como citamos no início do texto, uma meta, para ser alcançada, precisa estar dentro da realidade da empresa. Afinal, não adianta investir tempo e planejamento para traçar os objetivos se o time não for capaz de atingi-los. 

Mas, como estruturar as metas dentro das reais condições? Através do histórico da empresa. Se a equipe já foi capaz de atingir um resultado próximo da nova meta, é bastante provável que seja possível alcançá-la novamente. 

Se não houver histórico registrado, dialogue com o próprio time para saber a opinião dos colaboradores e se acreditam ser possível alcançar a nova meta.

4. Relevante 

Você já traçou metas que não eram fundamentais para o aumento das vendas da sua empresa? Provavelmente sim. É bastante comum que alguns desejos sejam confundidos com metas relevantes. Investir esforços para aumentar o número de curtidas no Instagram, por exemplo, é algo que não está atrelado diretamente com o aumento das vendas.

5. Atemporais

Prazo de validade - uma meta SMART precisa ser datada. O período define e estimula o senso de urgência da meta, o que faz com que o time envolvido se motive ainda mais para alcançá-la.

6. Perfil do consumidor

Desenhar uma estratégia de vendas sem definir qual será o público atingido? Impossível. Vender para todos os perfis consumidores? Além de desgastar a estratégia traçada e o time de profissionais envolvidos, grande parte do investimento feito não terá retorno, já que muitas pessoas impactadas não se interessam pelo produto ou serviço oferecido. 

Identificar o perfil do consumidor ideal faz com que as ações estratégicas sejam mais assertivas e gerem mais resultados para a empresa. Para reunir todas as características do público é necessário buscar dados e ouvir o que os clientes dizem sobre a marca. Todas as informações norteiam as estratégias de marketing e o processo comercial. 

  1. Análise de concorrentes e mercado 

Para concorrer em mercados competitivos não basta apenas ter uma boa estratégia de marketing e de vendas, é necessário saber como seus concorrentes se comportam e quais são seus pontos fortes e fracassos. 

Pesquisas de mercado são sempre bem-vindas e agregam ainda mais dados às estratégias. Reúna e documente em detalhes as informações, esse conteúdo é bastante relevante para o time comercial, que poderá utilizá-lo durante o processo de prospecção com os clientes. 

  1. Estratégia de Marketing e canais de comunicação 

O marketing e as estratégias de vendas são duas áreas conectadas e que reforçam o resultado uma da outra. Para conseguir mais clientes, por exemplo, é necessário unir as ações de marketing com as estratégias de aquisição. O time responsável pelo marketing precisa estar por dentro dos feedbacks sobre os leads para que possa otimizar campanhas, segmentações, investimentos e direcionamentos de comunicação.

Os canais usados para se comunicar com o público são uma estratégia de vendas e precisam ser reconhecidos como tal. Através de testes de marketing sua empresa identifica quais são as melhores práticas para cada canal, de acordo com os objetivos.

  1. Processos de vendas

As metas deixam de ser metas e tornam-se realidade através dos processos escolhidos. Para estruturar e definir o processo da sua empresa é fundamental: 

  1. Invista em CRM para avançar nas vendas estratégicas 

Para acompanhar o processo de vendas resultado das metas da sua empresa, o uso de CRM é bastante facilitador. Através do software é possível otimizar o tempo dedicado às estratégias, analisar todas as etapas do processo e personalizá-las.

Anotou todas as dicas? Agora você já sabe como fazer sua empresa faturar mais neste ano. Esperamos que este guia te ajude a construir uma estratégia de vendas sólida e aumentar o faturamento. Conte com a gente para expandir sua empresa e conquistar mercado! 

Glossário de Marketing Digital: tudo que você precisa saber sobre a linguagem online

Durante uma conversa sobre Marketing Digital, você já se sentiu perdido por não compreender alguns dos termos utilizados? Para ajudar os iniciantes da área online - e também os mais experientes - listamos alguns dos principais termos usados no conceito de comunicação através das mídias digitais. Confira!  

O Marketing Digital, conjunto de ações online que visa a experiência do consumidor em sua jornada de compra, tem uma comunicação bastante própria. Isso acontece justamente por conta das diversas estratégias do conceito: técnicas, métodos e ferramentas disponíveis para criar campanhas assertivas e bem-sucedidas. 

Apesar do exponencial crescimento e domínio de mercado, o Marketing Digital utiliza termos que, no primeiro momento, podem gerar dúvida ao ouvinte. A constante mudança faz com que novos termos e conceitos precisem ser compreendidos e explicados por quem atua no ramo. Pensando nisso, elaboramos um glossário do conceito com tudo que você precisa conhecer.
Confira e fique por dentro do universo digital!

A

Algoritmo 

É uma sequência de instruções para que um computador possa realizar determinada ação. O Google, por exemplo, usa um tipo de algoritmo para monitorar os resultados de buscas e outro para os anúncios no Google Ads. O Facebook conta com o “passo a passo” apenas para o feed de notícias, e o Twitter também.

Analytics
São as informações resultantes da análise de dados ou estatísticas de um site, e-mail marketing, plataforma, entre outros. Pode se referir ao Google Analytics, ferramenta de análise do Google, ou a outras ferramentas similares. 

Automação de marketing
Basicamente é o ato de determinar tarefas automatizadas, visando a praticidade diária e priorizando o objetivo estratégico traçado. O termo é muito conhecido quando falamos sobre o uso de e-mail marketing e autoresponder, onde uma série de opções de e-mails é disparada automaticamente para desenvolver relacionamento com os consumidores e possíveis consumidores. 

B

Banner
É um dos tipos de anúncios mais tradicionais, em forma de imagem, veiculados em sites, blogs, e-commerces e portais de informação. Se o anunciante for de outra empresa, o dono do site cobra um valor para que a divulgação da marca possa ser feita. Quando é usado pelo próprio dono, o banner pode conduzir o consumidor para páginas específicas.

Brand Persona
É uma estratégia baseada na criação ou identificação de um personagem que representa os valores da sua marca. Para humanizar a empresa e tornar a comunicação com o consumidor ainda mais natural, a brand persona, que é a “cara da marca”, tem voz, trejeitos e personalidade própria. O personagem gera valor à marca por meio de recursos como engajamento, interação e posicionamento no mercado.

Branding
Está relacionado à gestão da sua marca, ou seja, como os consumidores enxergam a empresa diante dos produtos, serviços prestados e canais de comunicação utilizados. Toda ação executada visa tornar a marca ainda mais conhecida ou estabelecer identificação com os consumidores. Por isso, é fundamental trabalhar de maneira estratégica o design, as cores, o logotipo, a brand persona, o site, a tipografia e os valores da empresa. O que sua marca se propõe a fazer pelo mundo e quais causas ela abraça são posicionamentos que a aproximam ainda mais do público.

Brainstorm
É a técnica utilizada para compartilhar ideias, sugestões, propor e apresentar soluções. A reunião, que pode ser interna e também com o próprio cliente envolvido, consiste em fomentar ações estratégicas para solucionar determinado problema.

Briefing
Nada mais é do que um resumo escrito de diretrizes. Mais precisamente, é o ato de transmitir informações básicas ou instruções de maneira detalhada, quase como um passo a passo, de maneira concisa, para à pessoa ou time que irá executar um determinado job. Ele é essencial para a criação do trabalho e reúne todas as recomendações necessárias para que o projeto possa ser concretizado.

Budget
É o orçamento que sua marca tem à disposição para executar as campanhas e ações. O budget é fundamental para nortear as ações estratégicas e delimitar o investimento de cada projeto, seja ele pontual ou anual.

Blog
É o site onde são publicados artigos, dicas, entrevistas, vídeos e imagens com regularidade, com o objetivo de dialogar com os leitores, formar uma base de visitantes e mantê-los atualizados periodicamente.

C

CAC (Custo de Aquisição de Cliente)
É a métrica que permite que sua empresa saiba o valor que está gastando para conquistar cada cliente novo. Sabendo este número é possível criar e adaptar orçamentos e ações estratégicas de marketing.

Conversão
Este é sem dúvida um dos termos mais usados no Marketing Digital.
A conversão acontece quando um usuário cumpre o objetivo principal de uma ação estratégica aplicada dentro de determinada página. Quando o usuário cadastra seus dados pessoais, baixa um material gratuito, solicita um orçamento ou contato, ocorre uma conversão. 

CRM (Customer Relationship Management)
O termo em inglês significa “gestão de relacionamento com o cliente”, e é um dos sistemas mais importante para uma empresa. Além de manter o cadastro de todos os consumidores em um único lugar, o CRM centraliza informações importantes como histórico de atendimento, de compras, canais de contato e preferências.

CTA (Call-To-Action)
É uma chamada para ação, ou seja, um gatilho que incentiva o usuário a tomar uma determinada atitude, como clicar em um link, adquirir um produto, comentar em uma publicação, fazer uma inscrição, mencionar um amigo nos comentários. O CTA é imprescindível em toda e qualquer ação estratégica. Ele é um convite para os consumidores interagirem com algum conteúdo. A chamada para ação deve ser a última coisa que a pessoa vê antes de tomar uma atitude. Por isso ele precisa ser irresistível o suficiente para convencer o consumidor de que a proposta em questão é interessante.

CPC (Custo por Clique)
Há diversas maneiras de pagar pelos anúncios patrocinados, e o CPC é uma delas. Como o nome já diz, ao optar por este formato a empresa anunciante paga a cada vez que o consumidor clica no link da ação estratégica. A opção é indicada para as marcas que estão iniciando os anúncios, e é bastante utilizada pois ajuda no controle financeiro da campanha.

CPM (Custo por Mil)
Assim como o CPC, o CPM é outra maneira de pagar por anúncios patrocinados, desta vez representa o custo por mil impressões. A cada mil vezes que o anúncio é exibido, a empresa anunciante paga. A alternativa é indicada para empresas que já possuem uma estratégia de marketing bem traçada e grande fluxo de visitantes.

D

Dark post
Ao realizar um anúncio no Facebook - empresa proprietária e que gerencia o Instagram, você pode escolher entre impulsionar uma publicação já existente ou criar uma nova campanha. Ao escolher a segunda opção, automaticamente, você está criando um dark post. Ou seja, uma publicação destinada apenas para um público segmentado e que não será visível na timeline da sua empresa. Ao invés de criar conteúdos semelhantes que podem parecer repetitivos para o consumidor, você pode investir em publicações direcionadas e personalizadas. Assim, apenas quem tem o perfil de determinada ação estratégica, é impactado e pode converter pelo anúncio.

E

E-mail marketing
Sabe os e-mails de diversas empresas, oferecendo produtos e serviços, que você recebe diariamente? Isso é e-mail marketing!
A tática é muito utilizada para manter os leads interessados nos conteúdos que determinada marca tem a oferecer, e conduzir os usuários pelo funil de vendas.

Engajamento
No universo do Marketing Digital, o termo está relacionado às interações - curtidas, comentários, compartilhamentos, salvamentos, cliques nos links - que os usuários têm com os conteúdos publicados por sua marca.

F

Formulário de conversão
São os campos de informações (nome, e-mail, telefone, cargo) que podem ser preenchidos pelo usuário de um site em troca de algum conteúdo, como download de material, cadastro ou acesso à uma oferta exclusiva. Sempre que um usuário deixa seus dados no formulário, ele realizou uma conversão.

Funil de Vendas
Imagine um triângulo invertido. Nele estão desenhados os diferentes estágios em que os potenciais clientes se encontram no processo de venda. Alguns estão simplesmente começando a se relacionar com os conteúdos da marca, outros já estão pensando em efetuar a compra. O funil costuma ser dividido em três fases: Topo do Funil (ToFu), Meio do Funil (MoFu) e Fundo do Funil (BoFu).

Cada uma destas três etapas necessita de estratégias diferentes. Afinal, são usuários em níveis de entendimento e interesse diferentes. Para o topo do funil são usados conteúdos introdutórios com o objetivo de aproximar o visitante. No meio do funil, os conteúdos direcionados são um pouco mais aprofundados e buscam fortalecer o relacionamento com o usuário. No fundo do funil, o usuário está próximo da compra e, nesse momento, os conteúdos devem servir para tirar dúvidas específicas, mostrar estudos de caso e quebrar objeções.

G

Growth Hacking
É o conjunto de estratégias que têm como objetivo gerar um crescimento rápido na base de clientes. Para isso, é necessário envolver diferentes canais de comunicação, setores e testar ações estratégicas diferentes.

Google Ads
É a plataforma que permite a exibição de anúncios nos resultados das pesquisas do Google - no topo ou no lado direito da página -, ou em sites parceiros. Para direcionar e otimizar o anúncio, é possível segmentá-lo para públicos ou palavras-chave específicas.

I

Inbound Marketing
O termo significa “marketing de atração”, e é uma nova forma de conquistar clientes. Ao invés de interrompê-los enquanto navegam digitalmente, como os anúncios costumam fazer, a estratégia é chamar atenção do consumidor através de conteúdos interessantes, relevantes e personalizados.

J

Job
O termo em inglês significa “trabalho”. Na publicidade, é utilizado para caracterizar trabalhos específicos feitos para um cliente e também pode designar demandas particulares dentro de um projeto maior.

K

KPIs (Key Performance Indicators)
São os indicadores quantitativos definidos como parte da estratégia de Marketing Digital da sua empresa. Os dados servem para mensurar as ações estratégicas e monitorar as metas, acompanhando o processo com base nos números.

L

Landing Page
O termo em inglês significa “página de destino/aterrissagem”, e é qualquer página que faz a função de filtrar o público interessado e serve como porta de entrada para os possíveis visitantes de um site. A LP, como é conhecida no Marketing Digital, é uma ação estratégica de conversão, como vendas ou geração de leads.

Lead
É um potencial cliente. Ou seja, um usuário que disponibilizou seus dados de contato (nome, e-mail, telefone) em um formulário de conversão, pois se interessou pela sua empresa. Este processo é chamado de “geração de leads”. Após deixar seus dados, o usuário recebe mais conteúdos e informações através do funil de vendas, podendo se transformar em cliente.

Links Patrocinados
São os anúncios pagos exibidos nos resultados de busca - no Google, por exemplo - de acordo com as palavras-chave digitadas ou em sites de empresas parceiras como Display.

M

Marketing de Conteúdo
Ele pertence à estratégia de Inbound Marketing, e tem como objetivo atrair um determinado público-alvo através da produção e publicação de conteúdos relevantes e de valor nos mais diversos formatos: textos, imagens, vídeos, e-books, infográficos. Os conteúdos são trabalhados de maneiras específicas nas diferentes etapas do funil de vendas

Marketing de Influência
É o conjunto de estratégias e ações que utiliza produtores de conteúdo com alto poder de convencimento, como artistas e celebridades, buscando influenciar na decisão de compra dos consumidores.

Materiais Ricos
São parte fundamental de uma estratégia de Marketing de Conteúdo. O principal objetivo de materiais como e-books, infográficos, vídeos, whitepapers é gerar leads. A conversão é realizada quando o usuário preenche todos os dados e em troca baixa o material rico gratuito.

Métricas de Vaidade
Qualquer dado que não ajudará sua empresa a tomar uma decisão sobre determinada estratégia de Marketing Digital. O número de seguidores nas redes sociais, por exemplo, é uma destas métricas. Afinal, o número não está relacionado com o faturamento da marca. 

Marketing Viral
É o sonho de todos os profissionais atuantes na área da comunicação online. O termo representa uma campanha que se espalha de maneira rápida, como um vírus, e faz sucesso espontaneamente. Para este tipo de reação, as estratégias digitais precisam ser bem traçadas e amarradas.

Mídias Sociais
Engloba não apenas as redes sociais, mas websites e aplicativos de comunicação que conectam pessoas em todo o mundo. Um terço da população está nestas plataformas. No Brasil, as mídias sociais mais populares são Facebook, Instagram, YouTube e WhatsApp.

N

Newsletter
Bastante confundida com E-mail Marketing, a News é, na verdade, um pedaço de uma estratégia maior de marketing utilizando e-mails. O objetivo da ação é gerar leads através de ofertas de conteúdos periódicos que sejam de interesse do público-alvo da sua empresa. Os materiais enviados ajudam a segmentar e manter os usuários ativos e interessados.

O

Outbound Marketing
O Inboud Marketing se baseia na produção de conteúdos de valor. Já este conceito utiliza a abordagem direta, com a identificação de clientes potenciais, e inicia um diálogo visando efetuar uma venda. Para uma estratégia assertiva, os dois conceitos podem ser usados em conjunto.

P

Palavra-chave
É a palavra, ou expressão, que resume um tema a ser buscado na internet.
Por exemplo: um conteúdo voltado para a área de investimentos pode utilizar a palavra-chave “como fazer seu dinheiro render”. Os dados de SEO baseiam-se nesses termos para otimizar as páginas e mostrar o conteúdo nos resultados do Google.

Persona
É a representação fictícia do cliente ideal da sua empresa. O personagem precisa reunir características fundamentais (nome, idade, gênero, escolaridade), e comportamentais (gostos, preferências, valores, desejos, sonhos, frustrações). Apenas desenvolvendo um personagem a empresa é capaz de “visualizar” e entender com quem dialoga.

R

Remarketing

O termo significa fazer marketing novamente para a mesma pessoa, visando gerar ainda mais impacto sobre alguém que já demonstrou interesse no serviço ou produto anunciado.
Na prática, a estratégia mais utilizada é aplicada em e-mails enviados à base de clientes, incentivando-os a tomarem uma atitude. 

ROI (Return On Investment)
O termo em inglês significa “retorno sobre investimento’. Ou seja, é a forma de saber se o dinheiro investido em determinada ação estratégica de marketing reverteu em lucros ou não. O cálculo é essencial para garantir que apenas ações lucrativas sejam realizadas, e que a empresa saiba os métodos que não funcionam.

S

SEM (Search Engine Marketing)
O termo em inglês significa “marketing de busca”, e é a junção do SEO com links patrocinados. As duas táticas são utilizadas para conseguir o máximo de resultado no menor prazo possível.

SEO (Search Engine Optimization)
O termo também em inglês - assim como todos os já citados - significa “otimização para motores de busca”. É uma sequência de técnicas que auxiliam no posicionamento das páginas de um site em buscadores de pesquisa, como Google, por exemplo. Quanto mais assertivo estiver o SEO, mais usuários visitarão as páginas.

T

Taxa de Abertura
É a porcentagem de pessoas que abre um e-mail enviado pela sua empresa.

Taxa de Clique
É a porcentagem de pessoas que clica em qualquer um dos links presentes no e-mail enviado por sua empresa ou em outro conteúdo, como publicações nas redes sociais.

Taxa de Conversão
É a porcentagem de usuários que realiza uma ação desejada pela empresa, gerando a conversão em clientes ou leads. Esta taxa pode ser utilizada e medida nos mais diversos canais de comunicação, como e-mail marketing, páginas de vendas, blogs, redes sociais.

Teste A/B
São testes feitos com duas ou mais variações da mesma peça, sejam elas publicações nas redes sociais, disparos de e-mail e versões em sites. O teste tem como objetivo avaliar qual das versões apresenta mais interesse aos usuários. Ao testar duas versões, utilize informações diferentes, como assunto/título do e-mail, CTA da postagem e direção criativa.

Tráfego Orgânico
São as visitas no site vindas de fontes pelas quais sua empresa não pagou para exibir determinado conteúdo. Acessos diretos no blog, nas redes sociais, buscas naturais no Google e visitas vindas de cliques na newsletter caracterizam este tipo de tráfego.

Tráfego Pago
São as visitas no site vindas de anúncios e publicações pagas em redes sociais, banners, Google Adwords e outras ferramentas.

U

UX (User Experience)
O termo em inglês significa “experiência do usuário”. A estratégia visa não só entregar o melhor conteúdo ao consumidor, como também garante que sua experiência de navegação seja o mais agradável, simples e atraente possível. Ter um site com design responsivo, organizado e intuitivo é essencial para a experiência e jornada do cliente.

W

Webinar
É um tipo de conteúdo transmitido no formato online, como uma aula, entrevista, conversa e palestra. O material pode ser compartilhado ao vivo ou ser gravado.

Gostou de conhecer os significados dos até então 49 termos de Marketing Digital “traduzidos”? Esperamos que este guia auxilie seu entendimento sobre o universo online e facilite sua comunicação quando for tratar de assuntos relacionados ao tema. Não se preocupe, iremos atualizar este glossário com frequência para que você fique por dentro de todos os termos e conceitos!

Omnichannel: a estratégia que visa a experiência do consumidor

Omnichannel significa multicanal. É uma estratégia de uso simultâneo conectada em diferentes canais de comunicação, com o objetivo de unir o on e offline, tornando a experiência do consumidor ainda melhor. Esta estratégica tendência do varejo permite a interligação do virtual e do físico. 

O que torna o varejo um dos segmentos mais disputados do mercado?
As vendas presenciais - embora tenham diminuído durante estes meses de isolamento - e a possibilidade de adquirir o mesmo produto em diversos lugares. 

Diariamente as empresas recebem um alto número de consumidores interessados em seus produtos e serviços, o que fomenta uma guerra de preços, que apesar de ser necessária na maioria das vezes, não é a única possibilidade para se destacar dos concorrentes. 

Com a transformação digital - processo onde as empresas utilizam a tecnologia para realizar um atendimento personalizado visando a experiência do cliente - desencadeada pela mudança de comportamento do consumidor, as marcas não só mudaram como precisaram se adaptar à nova realidade. 

Mas, o que é Omnichannel e por que ser? 

O termo Omnichannel significa multicanal, e representa grande parte da transformação digital que vem acontecendo no consumo da maior parte da sociedade moderna. A estratégia aproxima a relação entre online e offline, com o objetivo de aprimorar a experiência do cliente. 

Composto por “omni”, que significa “tudo e inteiro” em Latim, e “channel”, palavra inglesa que significa “canal”, Omnichannel se baseia no uso simultâneo e conectado de diferentes canais de comunicação. Mesmo dentro de uma loja física você pode utilizar o aplicativo da marca para verificar descontos ou estoque de produto. 

Com todas as opções de compra interligadas é possível oferecer uma experiência de consumo cada vez melhor e mais próxima com o cliente. A estratégia, que ainda é relativamente recente, já tem sido aplicada por grandes empresas do varejo que visam se destacar da concorrência. 

Investir no diálogo multicanal possibilita diversos benefícios como melhorar os aprimorar os serviços oferecidos pela empresa, aumentar as vendas, fidelizar o cliente e reforçar a imagem da marca. A estratégia mantém todos os pontos de contato com o cliente sincronizados, e por isso é capaz de crescer ao analisar os dados do consumidor.

O futuro do varejo é ser Omnichannel? 

Com todas as informações ditas acima, não faltam motivos para afirmar que a estratégia representa o futuro do varejo, por mais recente e adaptável que seja. Vivemos a era do imediatismo, e assumir uma comunicação multicanal é a maneira perfeita de suprir a urgência e necessidade do consumidor.

A integração dos mundos on e offline tem ficado ainda mais nítida para as marcas: a fusão dos dois universos é capaz de criar mais oportunidades de venda e fidelização. A consultoria Provokers mostrou que 95% dos consumidores buscam determinado produto na internet antes de comprar em uma loja física. 

A jornada do cliente, na maioria das vezes, é composta por: buscar na internet antes de comprar algum produto em loja física. Este caminho indica o quanto as ações estratégicas digitais podem beneficiar as operações físicas. Apesar disto, o comportamento das pessoas varia bastante. Há quem prefira comprar pessoalmente e quem não troque as compras online por nada. 

Quais são as principais tendências da estratégia? 

Não esqueça que: o Omnichannel está em constante evolução.
Partindo disto, as mudanças na estratégia são movidas principalmente pelas novas informações que surgem sobre o comportamento do consumidor e pelas novas tecnologias disponíveis. 

Quando falamos no conceito, algumas tendências chamam atenção porque apresentam grandes inovações na apresentação dos produtos e serviços. Confira as 4 maiores tendências para implementar na estratégia da sua empresa: 

A abreviação de “User Experience” (Experiência do Usuário), é responsável por garantir que o design atenda e supra todas as necessidades dos usuários, garantindo satisfação ao dialogar com a marca em diversas plataformas.

Seria impossível trabalhar de maneira assertiva nos canais digitais sem dar atenção à experiência que determinada página e ação proporciona. A mesma pesquisa da Provokers mostra que os consumidores se importam com a experiência e com a qualidade do sites mobile que navegam. 

Por isso, UX deve estar no topo da lista de prioridades da sua empresa!

Provavelmente você conhece a Siri, da Apple, e a Alexa, da Amazon. Os dois softwares que respondem os comandos de voz são assistentes virtuais. De acordo com um estudo da agência de marketing digital iProspect, 49% dos usuários de smartphones no Brasil já usam assistentes de voz para se comunicar e solicitar ações. 

Os usuários veem o contato com os assistentes de voz - uma das principais tendências do Omnichannel e que grandes nomes do mercado têm investido fortemente - como parte de suas experiências diárias, o que faz com que a relação seja mais receptiva e relevante. 

O Google tem passado por diversas mudanças e cada vez maiores. Já foi o tempo em que o ranqueamento era limitado por palavras-chave. Atualmente a análise é bem mais complexa, que está diretamente ligada à busca inteligente. 

A busca comandada por voz, os cards de localização e as resenhas feitas por outros consumidores são alguns dos fatores que devem ser levados em consideração para conseguir tráfego orgânico e conquistar mais clientes através do conceito Omnichannel

A realidade virtual é a ponte para uma experiência completamente imersiva de marketing. Quando falamos em Omnichannel, é o cenário perfeito para unir o mundo físico e digital, além de surpreender durante a experiência de compra do consumidor. 

A realidade aumentada é uma outra opção, principalmente para desenvolver atrações para dispositivos móveis. A tecnologia é mais simples e não requer um grande investimento como a realidade virtual. 

O Omnichannel é apenas uma das diversas possibilidades do Marketing Digital que você pode aplicar em sua empresa. Está pronto para dar início às novas estratégias e proporcionar uma experiência ainda mais interativa e atrativa aos consumidores? 

Marketing Offline morreu? Entenda como as mídias sobrevivem

O Marketing Offline abrange toda as ações de divulgação que acontecem fora do universo digital, bem como rádio, outdoor, comerciais em televisão e anúncios em revistas. “Quem ainda assiste televisão e ouve rádio nos dias de hoje?”, este é um dos comentários realizados quando se fala em Marketing Offline. 

“Quem ainda vê tv e ouve rádio hoje em dia? O Marketing Offline morreu!”, esta com certeza não é uma frase nova para você, dono de empresa ou atuante no mercado da comunicação. 

No último ano, quantas vezes você ouviu algum comentário referente à Marketing Offline afirmando que as ações de divulgação que não englobam o universo digital estavam perdendo a força e a necessidade? Muito provavelmente em diversas ocasiões. 

A frase popular “marketing é a alma do negócio” diz muito a respeito das estratégias de divulgação de uma empresa que, na maioria das vezes, conta com um bom planejamento e traça estratégias assertivas de divulgação. 

Embora o conceito de marketing seja abordado como algo extremamente atual, ele na verdade é uma ciência - ou arte - dos nossos tempos, das gerações Y e Z. O  marketing é uma das maneiras mais difundidas de se fazer marketing e desenvolver um relacionamento com o consumidor. 

Porém aqui, você aprenderá sobre o conceito, as vantagens e as formas de executar as estratégias de Marketing Offline. 

O que é Marketing Offline? 

O Marketing Offline abrange todas as ações de divulgação que acontecem fora do universo digital, bem como rádio, outdoor, comerciais e anúncios em revistas. As divulgações feitas através das mídias tradicionais deram início às propagandas de produtos e serviços. O ato promocional tem como objetivo difundir uma marca, utilizando as mídias tradicionais como ferramenta de posicionamento e branding.

Marketing Offline ainda vale a pena? 

Você, que acompanha diariamente o crescimento do Marketing Digital e tem visto o boom do conceito durante a pandemia, acredita que investir em Marketing Offline é nadar contra a correnteza? Mostramos a você a força que o meio de comunicação tem e o aumento expressivo que sofreu nos últimos meses.

Uma pesquisa realizada pelos grupos Cultura Audiovisual e Tecnologia (CAT) e Comunicação, Cultura e Discurso (Grudi), sob a coordenação do Departamento de Comunicação da Ufes, baseou-se em mais de 830 pessoas de todas as regiões do país. O estudo comprovou que a maioria delas aumentou o consumo de mídias e de busca por informação durante a pandemia. 

Quando falamos em canais de comunicação, a televisão é o primeiro meio em que as pessoas buscam informações, com mais de 73,41%. O Brasil segue a tendência mundial: o consumo de TV e sites de notícias aumentou durante o período de isolamento social. Para atender o público que tem passado ainda mais tempo em casa, a televisão ampliou suas programações jornalísticas. 

Embora muitas pessoas ainda acreditem que o investimento em ações offline está com os dias contados, os números mostram o contrário. É fundamental lembrar que as oportunidades fora do mundo digital são tão vantajosas quanto a divulgação online. Afinal, a propaganda deve estar onde o consumidor está. 

Caminhar pela rua, ler materiais impressos e assistir à TV são algumas das atividades vivenciadas diariamente. As pessoas transitam entre os universos on e offline. 

Além disso, é fundamental lembrar que existem pessoas sem acesso à internet, seja por questões financeiras, geográficas ou simplesmente por não se adaptarem aos dispositivos. O Marketing Offline exerce um papel muito importante no combate às fake news por contar com uma curadoria ainda mais seleta.

Diferenças entre Marketing Offline e Digital

Você sabe quais são as principais diferenças dos dois tipos de comunicação?
As dessemelhanças vão bem além dos canais utilizados para executar as estratégias. 

O alcance das ações realizadas no Marketing Digital e no Marketing Offline é a maior diferença entre os dois tipos de divulgação. O Marketing Offline, com outdoor e anúncio em televisão, por exemplo, pode alcançar milhares de pessoas. Porém, não é possível controlar quem vai ver o material, ao contrário dos anúncios do Marketing Digital, onde é possível segmentar o perfil dos consumidores que a marca deseja alcançar.

Muitas pessoas ainda acreditam que para investir em ações estratégicas não é necessário planejar o budget. Mas, para obter grandes resultados é necessário realizar consideráveis investimentos, tanto em campanhas offline quanto em campanhas digitais.  

No ramo online, o empreendedor pode definir o budget utilizado para as ações em cada um dos canais de comunicação, e o anúncio pode ser mostrado para um número menor de usuários, de maneira mais assertiva. 

No setor offline, a empresa baseia-se nos meios de comunicação disponíveis nas regiões que desejam alcançar. Embora não seja possível segmentar o público que será impactado pelo anúncio realizado. 

Empresas que não têm o hábito investir em ações estratégicas acabam tendo limitações para atingir as metas traçadas durante o planejamento desenvolvido. 

A maneira como os resultados destes dois tipos de estratégias são bem distintas. Vale lembrar que o Marketing Offline tem como objetivo reforçar o nome da marca e torná-la conhecida no mercado. 

Para medir a eficiência de uma campanha é necessário considerar o número de visitantes na loja, por exemplo. Já no Marketing Online, é possível medir os resultados do anúncio feito por meio do CPC do tráfego do site e também no número de leads. 

Você conseguiu compreender ainda mais sobre o conceito de Marketing Offline e quais são suas vantagens? Confira a matéria “Marketing Phygital: a fusão dos mundos on e offline” para entender de maneira ainda mais profunda a relação e também a junção dos dois universos tão importantes para a comunicação. 

Nós somos e acreditamos na comunicação onlife - para compreender o termo confira a matéria “Online: a importância da comunicação 360º” - pois a interação dos dois formatos de comunicação, online e offline, promove e enfatiza o diálogo contínuo em todos os meios de conversão. 

Quer ter um relacionamento onlife com os consumidores? Junte-se a nós e conte com quem entende!  

Marketing Digital? Aprenda sobre o conceito, como executá-lo e como traçar sua estratégia

Marketing Digital: muito se fala sobre, mas você realmente o que ele engloba? Marketing Digital é o conjunto de ações online que têm como objetivo atrair novos consumidores, criar relacionamentos e desenvolver a identidade da marca. SEO, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo são suas principais estratégias.

Se uma palavra pudesse definir o conceito de Marketing Digital ela seria: interatividade. O conjunto de ações digitais é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, justamente por ter uma comunicação que não visa o produto e sim a experiência do consumidor em sua jornada de compra.

Apesar de ser bastante abordado, o conceito abrange diversas estratégias. Marketing Digital não é sobre falar, é sobre dialogar e compreender o público. Publicações, ações e campanhas permitem que os consumidores interajam, opinem e compartilhem conteúdos relevantes em poucos cliques, aumentando o engajamento e reconhecimento da marca.

O que tudo o Marketing Digital engloba? Qualquer ação de uma empresa pertence ao conceito? Como manter o relacionamento ainda mais próximo e fiel com o consumidor? Preparamos este material completo onde estas e outras questões são respondidas. Aprenda o conceito, como aplicá-lo e como inseri-lo no seu negócio. 

Mas primeiro, o que é Marketing Digital? 

Marketing Digital é o ato de promover produtos ou marcas através das mídias digitais. O conceito é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de maneira direta, personalizada e no momento certo. 

Antes é importante dizer que: o Brasil ocupa o 3º lugar no ranking dos países que passam mais tempo na internet. Diariamente, em média, são nove horas navegando em sites e redes sociais. Quando falamos em marketing é impossível ignorar estes dados.

É por isso que o Marketing Digital é o principal meio de conceituar marketing nos dias atuais. O termo é utilizado para resumir todas as ações digitais de marketing realizadas por uma empresa - blog, site, motor de busca, mídias sociais e e-mail são alguns dos canais utilizados para sanar as dores e desejos dos clientes. 

Quais são os ramos que utilizam o Marketing Digital? Todo e qualquer negócio que tenha o objetivo de se comunicar com seu público. Universidades, igrejas e organizações não governamentais são alguns dos nichos que também utilizam o conceito para fortalecer a comunicação. 

Tudo está conectado e qualquer situação pode influenciar o momento da aquisição de um produto ou serviço. Fatores culturais, políticos, geográficos, psicológicos e jurídicos podem mudar o rumo da decisão do consumidor. 

Seja você uma pessoa física ou uma das mentes por trás de uma empresa, lembre-se sempre que deve: começar de onde está, fazer o que puder e usar o que tem à disposição no momento. 

O grande fluxo de comunicação e pessoas que a internet proporciona favorece estratégias bem pensadas e ágeis, como Search Engine Optimization (SEO), Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo. 

Aumentar a rede de contato, fortalecer a imagem da marca no mercado e fomentar as vendas são alguns dos objetivos em que o Marketing Digital é fundamental para alcançá-los. Afinal, os meios digitais são excelentes para testar a efetividade das ações traçadas.

Por que investir em Marketing Digital? 

Você já deve ter percebido o quanto o universo digital evoluiu desde que a pandemia começou. A maneira de fazer marketing, para melhor, mudou tanto para empresas quanto para consumidores. Dentre todas as vantagens do Marketing Digital, algumas podem representar economia tanto para a empresa quanto para o público.

(Fonte: Google Trends)

 

Esta é uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, principalmente o offline. Como já pontuamos: o foco não é o produto e sim a experiência do cliente. 

Por isso, de um lado, as empresas realizam campanhas, publicações e ações e do outro, os consumidores podem interagir com as marcas aumentando seu engajamento. 

Em 1990, quando as agências de marketing e publicidade estavam ganhando visibilidade, existiam poucos métodos capazes de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados. 

Até a chegada da internet, com certeza, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes. Afinal, não era possível medir se um cliente havia sido convencido, pela ação de marketing, a comprar um produto ou serviço. Sem esta informação, como dizer que a estratégia foi efetiva? 

A análise de dados é uma etapa fundamental para que a empresa possa verificar seu posicionamento e suas estratégias. Métricas como o ROI (Retorno sobre Investimento) e CAC (Custo de Aquisição de Clientes) podem - e devem - ser analisadas. Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente e buscar soluções em tempo real. 

A internet - dentre milhares de benefícios - eliminou a distância entre empresas e consumidores. Atualmente, pequenas marcas têm a oportunidade de atingir o país inteiro, e o mundo, através de campanhas estratégicas para atrair consumidores. 

Limite: definitivamente a internet não conhece esta palavra. O lado positivo? Os consumidores têm mais possibilidades de conhecer empresas com as quais se identificam, e as empresas podem criar um relacionamento online fiel com seu público, aumentando as suas oportunidades de venda. 

Para uma marca, porta-voz de um propósito, conseguir falar com o máximo de pessoas possível é fundamental, se o objetivo estratégico for alcance. Um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas, ou seja, aquelas que realmente têm o perfil da marca.

Além de economizar dinheiro através da segmentação - afinal, pessoas que não têm interesse nos produtos e serviços da marca consomem parte da verba -, você passa a conhecer melhor seu público e torna-se cada vez mais especialista em conquistá-lo. 

Como começar a trabalhar com Marketing Digital? 

Para criar uma estratégia de Marketing Digital, primeiro, é preciso estabelecer os objetivos. Para alcançar os objetivos, o melhor caminho e planejar diferentes ações possíveis. 

Após isto, considerar a persona da marca, os recursos disponíveis e o cenário em que o negócio se encontra é fundamental para estabelecer um plano para tornar o objetivo realidade. 

Você não sabe como definir seus objetivos, acompanhar os KPIs que têm importância direta para sua marca e traçar a persona - representação do consumidor ideal? 

Conte conosco, estamos aqui para mostrar à sua empresa o melhor do universo do Marketing Digital! Sua marca merece ultrapassar limites, se conectar diretamente com o público e faturar através de estratégias digitais bem traçadas.

Marketing Phygital: a fusão dos mundos on e offline

Online ou offline? Que tal trocar o “ou” por “e”? Marketing Phygital é a fusão do presente e do futuro. É o conceito que você precisa entender e incorporar para planejar boas estratégias e estar cada vez mais presente na vida das pessoas.

Se você nasceu entre os anos 60 a 90 com certeza deve lembrar do desenho Os Jetsons, onde uma família normal vivia com modernidades e tecnologias do futuro. Smartwatch, chamadas de vídeo, tablet e assistente pessoal eram algumas das inovações mostradas nos episódios - e que nos fazia questionar sobre uma possível substituição do físico pelo online. 

Com o avanço da tecnologia, a mesma dúvida foi compartilhada por profissionais e pela comunidade em geral. Ao contrário do desenho ainda não nos dirigimos carros voadores, e as pessoas não foram substituídas por máquinas. Marketing Phygital é a nova realidade. Ou melhor dizendo, a necessidade. O presente e o futuro estão fundidos e ainda mais conectados. 

Mas, o que significa phygital? 

A palavra é uma junção de “psychal” - físico, em português -, e digital. A fusão de dois universos, o online e o offline, para tornar a experiência do consumidor ainda mais especial e humana. Para manter um diálogo e não apenas dizer uma frase, as empresas traçam ações de marketing digital para estar presente em múltiplas plataformas, para, claro, ter um bom relacionamento com o consumidor. 

O melhor dos dois mundos

Você tem cinco segundos para pensar em cinco grandes empresas que atualmente se comunicam através de um único canal. 

Difícil, né?! O mercado conta com cada vez menos empresas monossilábicas e mais negócios multissilábicos - afinal, o consumidor é multi, é plural. A integração entre os meios online e offline se mostra cada vez mais relevante e necessária. Diferentes universos proporcionam diferentes experiências. Phygital é o conceito que integra o cliente à todas as formas de comunicação existentes, de maneira mais completa. 

Um dos grandes nomes da “phygitalidade”

Dia 17 de março todas as lojas fecharam as portas. Dia 31 o projeto Parceiro Magalu estava no ar, possibilitando que varejistas do país inteiro pudessem continuar a vender. Ricardo Rocha, do Luiza Labs, braço de inovação do Magalu, em um debate no festival “O que o futuro (do varejo) nos Reserva?”, comentou que a empresa vinha trabalhando a “phygitalidade” antes da quarentena, mas acelerou assim que a pandemia chegou ao Brasil. 

Com mais de 70 mil varejistas cadastrados, ele explicou que a infraestrutura foi desenvolvida para gerar lucro para ambos. Um dos números mais relevantes e significativos é o NPS (Net Promoter Score, nota atribuída pelo cliente ao produto ou serviço). 

Ricardo afirma que a paixão por esse número é cultura da empresa, e que entre o físico e o digital, trafega entre os dois. O Magalu coordena a multicanalidade. O físico e o digital trabalham juntos e surpreendem não só os clientes como também empresas interessadas em credenciamento. 

H2H - pessoas se conectam com pessoas 

Já imaginou comprar os direitos de distribuição da Nike no Brasil? No mesmo festival voltado à phygital, Pedro Zemel, CEO da Centauro, relembrou que a empresa entendeu que a grande transformação necessária não era física ou digital e sim uma maneira de atender de forma mais eficiente.

B2B ou B2C? H2H (Human to Human).
Após a absorção do conceito que une o online e o offline, as mais de 220 lojas passaram a ser tratadas não apenas como centros de distribuição e sim como um local para captar audiência. Gerar a conexão entre as pessoas é a essência destes dois universos. Embora seja uma empresa falando, sempre terá um humano do outro lado, tomando a decisão. Pessoas se conectam com pessoas. 

Entenda: phygital chegou para ficar 

Criatividade e o foco em consumidores com comportamentos diferentes é fundamental para o phygital. O que bamba em uma rede pode não despertar o mínimo de interesse em outra. As ações de marketing para o universos online e offline não podem ser as mesmas. Afinal, a maneira como o consumidor se comporta é diferente. 

SIm, o phygital chegou para ficar. O futuro das ações de marketing está ligado diretamente à fusão do on e off, como os dois mundos são carinhosamente conhecidos. Os dois universos cheios de particularidades e com diferentes comportamentos, juntos, são muito potentes e capazes de tornar a relação consumidor x empresa ainda mais humana. 

Gostou de conhecer ainda mais sobre Marketing Phygital? Sim, nós também acreditamos que essa união - assim como todas as outras - faz a força. Acompanhe nossas redes sociais para ficar por dentro de tudo que envolve nosso universo multi, phygital e humano. 

Estratégias digitais que fizeram Bruna Tavares faturar milhões


Que tal ter um faturamento anual que ultrapassa a casa dos nove dígitos, um crescimento anual de 113% e vender 200 mil unidades em apenas três dias depois do lançamento? Nada mal, heim?!


Para se tornar referência no mercado nacional, a jornalista e empresária Bruna Tavares, atualmente com 34 anos, apostou em muitas estratégias digitais ao longo dos anos para consolidar sua marca. Formada em jornalismo, ela trabalhava como vendedora de sapatos em um shopping de Campinas/SP, onde vive até hoje. 

Após receber o diploma, ela decidiu criar um blog, Pausa para Feminices, para compartilhar suas experiências e fazer dele seu portfólio. Este não foi apenas o primeiro passo em direção à nova carreira, foi a estratégia digital inicial que a colocou no mundo dos negócios. 

Durante os mais de 12 anos de dedicação à linha de beleza, a empresária soma aproximadamente 3 milhões de seguidores no Instagram, uma de suas principais redes sociais, e tem seus mais de 200 produtos vendidos em lojas como Renner, Riachuelo e Sephora, além de farmácias e lojas de cosméticos. 

Quer saber quais foram as estratégias digitais usadas por Bruna para chegar ao topo, ser referência no ramo da beleza e faturar milhões por ano? 

Além das estratégias digitais utilizadas e acompanhadas durante estes anos, a empresária disse, em uma entrevista à revista Forbes, que deseja proporcionar uma experiência ainda melhor ao consumidor, por isso escreveu os textos de descrição dos produtos com muitos detalhes. As informações irão formar uma grande enciclopédia da marca.

Você também quer faturar e ter sucesso no ramo que atua? Fale com a gente e saiba como podemos te ajudar a chegar ao topo!

Propósito: o que sua marca acrescenta no mundo?

O propósito é a razão de existir da marca, é o que ela acrescenta no mundo e na vida de seus consumidores. Fundamental não apenas para se conectar ao público, o propósito da marca está ligado diretamente às ações estratégicas tomadas pela empresa, que quando oferece contribuições efetivas para a comunidade, torna-se autoridade no ramo que atua.

Para uma empresa ser sólida, bem-sucedida, ter reconhecimento e abrangência de mercado, tornar-se referência no ramo e se manter em crescimento exponencial definitivamente não depende de sorte ou de um único investimento inicial feito com sabedoria. Grandes nomes da indústria como Adidas, O Boticário, iFood, Magazine Luiza, Natura e Netflix são exemplos de empresas movidas pela maior força de um negócio: seu propósito. 

Mas, afinal, por que o propósito é tão importante? 

O propósito é a razão de existir da marca, é a diferença que ela se propõe a fazer no mundo. Uma empresa com propósito de marca é capaz de entender o que o mundo perderia caso ela deixasse de existir. Saber identificar e entregar conteúdo de valor para seus clientes, colaboradores e para a sociedade é fundamental para indicar a direção do negócio, dar sentido às estratégias e sustentar os valores da organização. 

Propósito não é uma causa a ser defendida, e também é muito diferente de missão e valores. Propósito é encontrar algo que expresse de forma única a razão de ser da empresa. Propósito também não tem a ver com posicionamento. Posicionamento é a maneira como um negócio se coloca no mercado, propósito é a essência que motivou a criação da empresa. Para uma empresa propósito é aquilo que a faz acordar mais motivada para trabalhar porque sente que contribui com o mundo. 

As marcas que você consome se posicionam no mercado? Para 83% das pessoas, segundo a pesquisa feita pela Accenture Strategy, “Global Consumer Pulse”, as marcas que não se posiciona em relação à questões sociais, culturais e do meio ambiente são dispensáveis. A pesquisa também revelou que 65% das pessoas desistem de uma compra caso a marca não esteja alinhada aos seus princípios.

Algumas das companhias mais conhecidas do mundo têm seus propósitos bem definidos e somam bilhares de brand lovers, pessoas que desenvolvem um vínculo emocional com a marca. Quando o relacionamento de compra e venda é ultrapassado a marca ganha o coração do usuário e passa a fazer parte de sua vida social. Afinal, consumidores querem mais do que escolher produtos, eles querem criar identificação com a marca.

- Apple: design, inovação e criatividade. 
- Havaianas: levar a alegria de viver do brasileiro.
- Disney: levar magia para a vida de todas as pessoas. 

Propósito é essência e essência é a alma do negócio

Recentemente, os setores brasileiros de moda e ações tiveram duas novas fusões. O grupo Arezzo & Co., responsável pelas marcas Schutz, Alexandre Birman, Arezzo, Fiever, Alme e Vans, que tem como CEO Alexandre Birman, anunciou a aquisição da marca carioca Reserva. A ação foi avaliada em R$ 715 milhões. Apesar da venda, o atual sócio fundador, Rony Meisler, continuará envolvido no desenvolvimento pretendido pela nova compradora, para garantir assim o exclusivo lifestyle da marca.  

Na mesma semana o Grupo Soma, dono das grifes Farm, Animale, Cris Barros e entre outras, anunciou a compra da marca feminina de luxo, NV, da empresária fundadora e influenciadora digital Nati Vozza. A compra do negócio teve o valor estimado em R$ 210 milhões. A fundadora, durante uma live no Instagram, no dia que a notícia foi levada à público, afirmou que se manterá à frente do negócio para garantir que a essência da marca continue absolutamente igual. 

O que essas duas aquisições dizem sobre o propósito de marca? Apesar das empresas terem sido vendidas para grupos maiores e com mais domínio de mercado, os CEO’s e demais responsáveis da NV e da Reserva fizeram questão de esclarecer ao público que o propósito das marcas se manterá o mesmo. Inclusive, que a participação dos até então únicos donos, se manterá firme na administração e desenvolvimento das marcas. 

A essência se conecta às ações estratégias

Ter uma comunicação direta e possuir um propósito claro é uma forte característica de empresas com visões estratégicas que têm crescido no mercado, mesmo em tempos de crise. Quando uma marca oferece contribuições efetivas para a comunidade ela passa a autoridade no ramo que atua. 

Seja no processo de criação ou durante a aquisição de uma marca, a empresa tem como objetivo resolver um problema de seus consumidores. Por isso, a marca precisa ter um propósito bem definido para que suas ações estratégicas sejam bem embasadas e assertivas, o que torna a empresa relevante e útil para seus clientes. A maneira como a marca se posiciona e dialoga com a própria essência, que também pertence aos consumidores, faz com que ela tenha responsabilidade e aumente seu poder de persuasão. 

Exemplo de propósito bem definido

Para marcar um momento de reafirmação de seu propósito, desenvolvemos a campanha institucional “Ser feliz é cooperar junto", para a Cooper. O tema norteia toda a campanha crossmedia, desde o filme e o jingle, à ações digitais e de endomarketing. A campanha traduz o que nós e a cooperativa acreditamos: que gentileza gera gentileza, e que ser feliz está ligado à maneira como você respeita e trata as pessoas. 

Quando enxergamos e nos preocupamos com o próximo nos tornamos ainda melhores e mais humanos. Para ver como ficou o resultado da campanha basta clicar aqui. E já adiantamos: a música fica mesmo na cabeça!

As dicas que você acabou de ler não vão tornar sua empresa sólida e bem posicionada no mercado instantaneamente, mas com certeza ajudarão na descoberta do propósito que a move, o que é fundamental para dar os primeiros passos na direção correta. Após a descoberta da essência da sua marca, leia nosso conteúdo Planejamento: o combustível que move suas estratégias e saiba como o planejamento estratégico é fundamental para nortear suas ações. 

Facebook testa projeto para aproximar vizinhos

 

Você já imaginou participar de um grupo fechado no Facebook onde pode compartilhar os acontecimentos do bairro que mora com seus vizinhos?
A empresa confirmou que está trabalhando em um novo projeto, chamado Neighborhoods - “vizinhanças”, em português -, cujo objeto é encorajar os usuários a compartilharem conteúdo com as pessoas mais próximas. Em invés de abordar temas como futebol e pandemia, você será incentivado a conversar sobre os acontecimentos da sua vizinhança. 

O grande nome das redes sociais permitirá que você crie perfis direcionados para discutir informações limitadas com moradores próximos. Claro que, além da novidade que está sendo testada unicamente em Calgary, no Canadá, a empresa utilizará o novo projeto para coletar dados e enviar propagandas ainda mais segmentadas e assertivas para os usuários. 

O Facebook aos poucos perdeu espaço para dois grandes segmentos: Instagram e TikTok, focados em conteúdo e audiovisual; e TikTok e Telegran, o meio das mensagens privadas. Se o experimento for bem sucedido, provavelmente a empresa de Mark Zuckerberg irá expandir a novidade para toda a América do Norte e, posteriormente, para o resto do mundo.

Vários especialistas acreditam que as interações privadas são o futuro das redes sociais. O que pode justificar, então, o Facebook ter comprado o WhatsApp, além do Instagram, claro. Para garantir o tráfego em sua plataforma e fomentar mensagens diretas, o Facebook busca um meio-termo na comunicação substituindo as postagens públicas por conteúdos nichados e pessoais.