Branded Content: o que é e porque unir marcas e consumidores


Quantas vezes, enquanto assistia à uma propaganda, você ficou emocionado(a) ou acompanhou o comercial até o final embalado(a) por sua narrativa encantadora e de forte conexão? As estratégias de Branded Content têm como objetivo fortalecer a marca e a identificação dos consumidores para com ela, através de ações publicitárias. Aqui, a intenção não é vender e sim envolver. A venda é uma consequência da identificação.


Se há alguns anos as propagandas e ações estratégicas já despertavam conexões e compatibilidades reais, depois da pandemia esse cenário tornou-se ainda mais frequente, profundo e necessário. O foco da comunicação é o universo digital, e os diversos formatos como áudios, vídeos e grandes produções são utilizados para despertar sentimentos.

O Branded Content é um dos pilares do marketing, e seu conjunto de estratégias têm como objetivo despertar sentimentos e gerar identificação a partir de um storytelling que represente momentos do cotidiano e questões sociais diversas. O combo entretenimento, publicidade e informação é um dos fatores responsáveis pelo sucesso de uma ação bem desenvolvida. 

Quando bem pensadas, as ações digitais geram buzz e ganham ainda mais confiança do público. O resultado da sintonia entre os consumidores e a marca é visto nas vendas, que são diretamente impactadas. Apesar das ações não terem a conversão financeira como foco, no Natal, por exemplo, é impossível não lembrar da Coca-Cola durante a ceia em família. 

Branded Content, pandemia e universo digital

Não é necessário navegar muitas horas pelas redes sociais e plataformas de streaming para perceber que durante os últimos meses, desde o início da pandemia, a velocidade da produção dos conteúdos digitais ficou ainda mais intensa. Um exemplo dessa aceleração foram as lives realizadas no ano passado, que tomaram conta da internet.

A frase “o céu é o limite'', quando se trata da internet, faz total sentido - ou melhor, nem o céu limita as invenções tecnológicas. Com apenas um clique ou com um simples comando de voz você assiste, desassiste, curti, comenta, compartilha, salva e envia um conteúdo para outras pessoas. Criar seu próprio conteúdo, então, está cada vez mais acessível. 

Se você está se questionando o porquê de toda essa rapidez na produção de conteúdo, a Geração Z explica. Além dos Millennials, a Z consome as mídias sociais com cada vez mais intensidade e para tudo. 

Resumidamente, o Branded Content:

E, vale reforçar que todos esses pontos vão de encontro com os anseios e comportamentos dos millennials: 65% dos consumidores se conectam emocionalmente com as marcas que consomem, segundo uma pesquisa realizada pelo Customer Thermometer; e 83% dos brasileiros compram marcas alinhadas aos seus valores pessoais. 

O futuro das empresas e dos consumidores:

Exemplos de Branded Content 

Dove Real Beauty Sketch

O vídeo da campanha conta com mais de 69 bilhões de visualizações - sendo o filme mais visto da história publicitária.

The Lego Movie

Eleita a marca mais valiosa pela consultoria de negócios Brand Finance - inclusive mais do que a Ferrari -, a campanha é considerada uma das maiores ações de Branded Content.

Projeto Verão Dentro de Você 

As campanhas da Natural estão sempre atreladas à natureza e ao bem-estar. E como parte do lançamento de uma nova linha, Ivete Sangalo fez parte de um projeto de autocuidado.

Coca-Cola Christmas Commercial 2020 

Um dos comerciais de Natal do ano passado, com mais de 8 milhões de visualizações, reforça a importância de demonstrar carinho pelas pessoas que ama, independente de como.

Para ser lembrado e se destacar no meio digital, desenvolver uma campanha de Branded Content exige muita pesquisa, criatividade, dedicação, coragem para tentar o novo, e planejamento e produção bem alinhados. 

Você deseja ter uma marca com mais identificação com o público, aceitação de mercado, vendas efetivas e relevância  no universo digital? Mande uma mensagem para a gente!

Geração Z e a segurança digital: a que mais consome é a mais desconfiada


Se você convive com algum jovem entre 11 e 24 anos - Geração Z -, possivelmente já pôde perceber que a maneira com que ele consome o universo digital é bastante diferente do seu comportamento enquanto navega na internet, por exemplo. Por direcionar e se adaptar rapidamente às novas ferramentas e mudanças, usadas de maneira bastante intensa, quando se trata de segurança digital, a geração demonstra menos confiabilidade nas marcas.

Quando uma nova rede social surge no universo digital, enquanto grande parte das pessoas está criando seu cadastro, você também faz sua conta para conhecer a novidade? 

Já se adaptou a controlar sua vida financeira através do celular? E quando se trata dos tipos de comportamento das marcas, você sabe quando não parecem honestos com o consumidor? 

Se a maior parte das suas respostas foi negativa ou lhe fez pensar por algum tempo, certamente você não pertence à Geração Z - a primeira geração que nasceu em um ambiente completamente digital, entre 1990 e 2010 -. E, provavelmente, é um Millennial - nascidos entre 1980 e 1994 -, que há pouco tempo descobriu ser “cringe”, termo da língua inglesa que remete à vergonha alheia/mico. 

Alguns especialistas em mídias digitais defendem um pré-julgamento bastante plausível - porque está baseado em diversas pesquisas e testes - em relação à segurança digital: quanto mais jovem, maior a tendência em controlar/conhecer as inovações tecnológicas. E, quanto mais velho, menor a habilidade natural.

Ter conta em um banco digital, comprar uma passagem aérea pelo celular e alugar um imóvel por um aplicativo de locação são exemplos de atividades que fazem parte da vida de pessoas mais jovens, principalmente da Geração Z, que tende a ter menos resistência à (in)segurança virtual, quando comparada aos Millennials, por exemplo. 

As novas tecnologias são intensamente usadas e dominadas pelos jovens que pertencem à Z. Mas, uma recente pesquisa da consultoria norte-americada “Fluent”, com 14 mil adultos nos EUA, sobre consumidores, dados e controle, aponta que os jovens da Geração Z são também os usuários mais céticos quando se trata de promessas sobre privacidade de dados.

Para entender um pouco mais do comportamento digital da Geração Z, confira as constatações da pesquisa abaixo.

Confiança e personalização  

A confiança que uma marca transmite aos consumidores é sua maior força.
A pesquisa realizada mostrou que 71% dos consumidores acreditam que as marcas deveriam pedir permissão para enviar mensagens e notificações. Mas, apenas 51% dos usuários acreditam que as marcas irão proteger os dados pessoais dos consumidores.

Falando em gerações: 

O estudo mostra que a Geração Z tem um nível “saudável” de desconfiança, já que muitas marcas realmente não cumprem com as promessas feitas em suas descrições de privacidade de dados. E que acredita que quanto mais dados uma marca tem, mais ela irá proporcionar uma experiência personalizada. 

O meio de cada geração

Não há escapatória nem limite. Quando determinado público recebe uma oferta assertiva, ele fornece seus dados pessoais. A questão mais importante não é se o público será impactado por e-mail, SMS ou WhatsApp, e sim o tipo de oferta anunciada. 

De acordo com o gráfico abaixo, a Geração Z é a única que prefere descontos em vez de um mix de ofertas. Além dos nascidos entre as décadas de 1990 e 2010 terem 189% mais chance de preferirem descontos por e-mail e 153% mais chance de se interessarem por SMS. 

Relevância e diálogo

Para a Geração Z, que nasceu na era digital e compartilha grande parte dos acontecimentos diários em redes sociais, a falta de relevância de uma marca pode ser o fator decisivo para a não identificação com ela. 123% dos consumidores afirmam que a falta de comunicação relevante influencia.

Vale lembrar que a Z se identifica se espera um conteúdo mais exclusivo e personalizado, baseado de acordo com seus interesses. Tendo isso, dificilmente o público rompe laços com as marcas. A experiência personalizada é fundamental para o público mais jovem.

Como explicar o “x” da questão

Embora a pesquisa mostre as preferências de comportamento da Geração Z, ela não revela o porquê dos usuários terem determinadas preferências. Para tentar explicar o “x” da questão, podemos pensar que a geração cresceu com as marcas explorando novas maneiras de coletar dados dos consumidores. 

Talvez, a experiência de uso da Z tenha resultado na maior “alfabetização digital”, programada para desconfiar dos termos de uso e reconhecer facilmente o valor de seus dados pessoais quando solicitados em uma página de privacidade.

Você, Millennial, precisa de ajuda para dialogar e apresentar serviços e produtos para a Geração Z? Entre em contato com o nosso time! 

Exclusividade e personalização: como atuar no mercado de luxo e aumentar as vendas online


O branding das grifes famosas fortaleceu a consolidação do mercado de luxo no e-commerce, e inseriu o segmento no cotidiano dos consumidores. Através de uma série de estratégias e táticas, é possível promover a identificação do consumidor com a marca e agregar mais valor à experiência de compra, tornando-a ainda mais exclusiva e personalizada. O posicionamento e os diferenciais competitivos dão à marca uma imagem única e aumentam as possibilidades de venda.

Você, empresário(a) do mercado de luxo - setor que mais tem crescido nos últimos anos e que tende a ser ainda mais promissor no futuro -, precisa saber como se conectar com os consumidores, como se posicionar no universo digital e como proporcionar aos clientes uma experiência de compra incomparável. 

Para isso, confira a importância do branding - conjunto de ações alinhadas ao posicionamento da marca - e as dicas abaixo para gerar identificação com os consumidores e agregar ainda mais valor à venda de itens exclusivos! 

O mercado de luxo, que até pouco tempo era movido em sua grande maioria por experiências físicas, entrou de vez para o e-commerce. Os novos direcionamentos das maisons têm como objetivo proteger e fomentar a desejabilidade dos itens; e principalmente fazer parte do cotidiano do consumidor, que está cada vez mais conectado e buscando novas possibilidades.

A busca por mais intimidade e fidelidade com o cliente de luxo é aprimorada através do branding, que visa dominar o novo cenário do varejo. O logo, a paleta de cores, o aroma das lojas físicas, por exemplo, e até as músicas que tocam no ambiente compõem o branding. 

Assim que a pandemia for contida, o mundo entrará em uma incansável busca por gratificação instantânea, prazer e consumo. E, segundo a Consultoria Euromonitor Digital, até 2023, o mercado de luxo no Brasil deve faturar até R$ 29 bilhões, e o online deve ser responsável por 30% das previsões até 2025. 

A comunicação no meio digital não se resume a vender e entregar o produto adquirido. Para que o Customer Experience (CX - Experiência do Consumidor, em portugês) cumpra seu papel e vá além da troca de produto pelo capital, é essencial proporcionar a mesma experiência, exclusiva e personalizada, oferecida durante a compra física. 

Case Embraed Empreendimentos

Com grandes concorrentes no seu segmento (imobiliário de alto luxo) e conduzida pelas estratégias direcionadas pelo branding, a Embraed desejava impactar um amplo público para fomentar o reconhecimento de marca. 

Para isso, a campanha realizada teve como objetivo trazer mais exposição de marca e mais acessos ao site da construtora. A estratégia desenvolvida contou com canais online e offline diversificados, anúncios em Google Ads, Instagram Ads, mídia programática, televisão aberta e fechada, PDV e OOH.

Somado às demais estratégias, o uso do Waze se destacou na campanha e gerou resultados bastante significativos. Isso por tratar-se da alta temporada, onde muitas pessoas circulavam nas regiões atingidas e demonstraram interesse na marca e em seus produtos. 

Como resultado obtivemos:

Além disso, 28% das pessoas que acessaram o site da Embraed digitaram o endereço completo no navegador. A porcentagem mostra que a marca esteve na lembrança das pessoas, resultado das ações de branding.  

Mas, para oferecer um serviço ainda mais sofisticado dentro e fora das telas, sua marca precisa se atentar a alguns pontos fundamentais. 

Para que um site de luxo conquiste o coração e o bolso do consumidor que por ali navega, não basta a plataforma ser bonita e atender às expectativas do cliente. Ela precisa despertar seu interesse de maneira mais íntima e personalizada, como por exemplo sugerindo itens de acordo com as buscas realizadas no site. 

As vitrines inteligentes se adaptam ao consumidor e sugerem itens que combinam com suas preferências, o que aproxima o aproxima da marca de maneira confortável e orgânica. 

Etiqueta Única e Farfetch são exemplos de e-commerces de luxo personalizados. 

Normalmente, quem adquire um produto exclusivo tem pressa em recebê-lo. Por isso, a entrega rápida é extremamente importante para o mercado de luxo nos dias de hoje, independente das regiões consumidoras.

O crescimento do mercado de luxo vai além do eixo Rio-São Paulo. Porém, infelizmente, as demais regiões brasileiras acabam tendo a experiência de compra um pouco prejudicada quando comparada à das grandes capitais. 

Para amenizar as consequências do transporte que acaba não sendo tão efetivo nas demais regiões como é na região Sudeste, contratar um bom parceiro logístico é uma escolha que reflete e muito na experiência do consumidor. 

Sendo assim, se atentar à essa necessidade é primordial para garantir o sucesso e outra experiência de compra. 

Como sabemos, a embalagem exerce um papel fundamental na experiência de compra, principalmente de itens de luxo. Afinal, ela demonstra o cuidado que a marca teve com o produto de alto valor agregado e com você, comprador exclusivo.  

Manter o padrão, a qualidade e a experiência personalizada da loja física, na venda online, é o que mantém a marca tão próxima e à disposição do cliente. 

Existem produtos que são guardados em locais protegidos, que necessitam de mais tempo no processo de embalagem e que contém etapas primordiais e sofisticadas direcionadas pelas marcas fabricantes. 

Para garantir que o produto que chegará à casa do consumidor é exatamente igual ao vendido em uma loja física, é preciso seguir os protocolos de qualidade e cuidado, sem prejudicar a embalagem, que representa grande parte do CX (Experiência do Consumidor).

A primeira frase dita ao cliente quando ele entra na loja física e a maneira como o SAC se coloca à disposição para esclarecer uma dúvida no e-commerce, devem seguir os scripts da marca. Tanto para recepcionar pessoalmente quanto para responder uma questão online, os profissionais precisam ser direcionados. 

O vendedor precisa ter visão e posicionamento apurados. Ele precisa ser um personal shopping consultivo, ou seja, sondar as necessidades do consumidor para indicá-lo produtos que fazem sentido e sejam do seu gosto.

O atendimento é a oportunidade de proporcionar uma experiência de compra inigualável, e efetivar uma parceria de sucesso - já que os consumidores de luxo prezam muito pelo atendimento humano e personalizado. 

Ser multicanal é fundamental para dialogar com o consumidor no universo digital e presencialmente. 

A estratégia que visa a experiência do cliente através do uso simultâneo de diferentes canais de comunicação - com o objetivo de unir o on e o offline tornando a experiência ainda melhor -, é uma tendência muito necessária do varejo. 

Nos dias de hoje, falar de uma marca de luxo que não está presente no digital, é falar de uma corporação que não acompanha a evolução do mercado e as necessidades dos consumidores. 

Para unir as estratégias de venda realizadas na loja física às possibilidades oferecidas no e-commerce, a marca deve ter uma comunicação interligada e que acompanha os passos do consumidor. 

Anotou as dicas de como atuar e se posicionar no mercado de luxo para efetivar mais vendas? Não esqueça: exclusividade e personalização são a base para uma comunicação efetiva e lucrativa. 

E, se mesmo depois dessas dicas você ainda necessita de um time estratégico para desenvolver as ações necessárias, mande uma mensagem e conte com o nosso time!

6 dicas essenciais para vender produtos nada simples e fáceis

 

Você que trabalha diariamente com venda, de produto ou serviço, sabe que nem todos os itens são fáceis e simples de vender, e que muitas vezes as equipes comerciais “sofrem” para conseguir efetivar a venda de algo muito complexo e específico. Mas, acredite: tudo pode ser comercializado. Só depende da abordagem! 

Quer saber como melhorar e aumentar as vendas da sua empresa e fazer seu time comercial vibrar com as novas conquistas? Confira as 6 dicas abaixo e depois de anotá-las, coloque-as em prática! 

  1. Deixe claro seu valor

Sejamos sinceros, seria maravilhoso se para vender bastasse mostrar o produto e, automaticamente, os clientes acreditassem que ele é a melhor opção do mercado e em seguida realizassem uma compra. Mas, você já sabe que a realidade não é essa. 

Para propagar o propósito de marca e efetivar uma venda, você e seu time de colaboradores precisam apresentar o produto/serviço e explicar por que as pessoas devem comprá-lo e o que o torna a melhor opção do mercado. O cliente necessita de proximidade, soluções e exclusividade.  

Independente do item comercializado, e principalmente quando esse item é algo complexo e pouco compreendido, um dos fatores mais importantes é compartilhar e enfatizar o valor dele. Como? Explicando e garantindo que o produto vale cada centavo e que ele irá solucionar a dor dos leads. Assim, ficará quase impossível resistir à compra.  

  1. Mostre resultados e satisfação 

Números não mentem. Assim como depoimentos de clientes encantados com o resultado de suas aquisições. 

Por isso, para comprovar a narrativa utilizada por você, seu time comercial e seu time de marketing ao falarem sobre o produto à venda, compartilhe informações que são tão valiosas quanto ouro: dados e depoimentos de clientes. 

Além de ajudarem a vender seu produto, eles comprovam que a oferta da sua empresa é realmente a melhor possível. E os argumentos usados pelos clientes fará com que os leads desejem vivenciar a mesma experiência. Fique atento: esses argumentos de vendas devem fazer parte do processo da venda e dos conteúdos e materiais de marketing 

Atenção: utilizar apenas os depoimentos onde os clientes afirmam que seu produto é ótimo não comprovará suas afirmações. Os trechos compartilhados precisam realmente explicar como e por que os clientes enxergaram valor no seu produto. 

Em seguida, para reforçar e comprovar as falas, compartilhe dados importantes sobre as vendas como o aumento delas, a evolução da efetividade e produtividade da empresa, e o propósito pelo qual ela existe.

 

  1. Entenda e respeite os processos e decisões dos leads

Para vender produtos complexos é preciso entender e respeitar os estágios de decisão dos leads. Isso significa que nem sempre o cliente para quem você está tentando vender se identifica, procura ou necessita do seu produto. Quando perceber a não identificação o melhor a fazer é ajustar a comunicação de marketing de acordo com a necessidade do momento. 

Dica extra: para efetivar a venda tenha materiais voltados tanto para o consumidor final quanto para quem toma as decisões empresariais, caso sua empresa esteja dialogando com outra instituição. 

  1. Conheça as necessidades o seu mercado 

Sim, é óbvio e também básico. Porém, muitas empresas ainda cometem erros ao desenvolver e oferecer produtos e soluções não compatíveis com o público que desejam atingir. 

Quanto mais inserida sua empresa estiver no seu mercado-alvo, mais ela saberá compreender as necessidades do público e as realidades vivenciadas por ele. Saber de todas essas informações vai ajudá-lo no momento da venda e quando for oferecer a solução para determinado problema. Quanto mais você estiver alinhado com o mercado, mais autoridade terá no momento de argumentar e oferecer algo.

  1. Ensine, sem cobrar nada, sobre seu produto

Gerar conteúdo de valor através de publicações nas redes sociais ou de um infoproduto como um tutorial/guia/checklist/e-book, por exemplo, é essencial para que você eduque seu público sobre seu produto. 

Compartilhar conhecimento de maneira gratuita é uma excelente estratégia para se destacar dos concorrentes e cativar as pessoas, que se sentirão ainda mais conectadas à marca. 

Quanto mais descritivo, eficiente, direto e prático for o material, mais absorção ele terá. E, consequentemente, mais pessoas se sentirão prontas para comprar o produto ou serviço vendido. 

  1. Posicione-se acima dos concorrentes

Quando o item comercializado é simples e cotidiano, o público já realiza comparações entre os concorrentes. Quando você trabalha com um produto complexo, há grandes chances de seus leads o compararem ao da concorrência. E quando isso acontece é fundamental saber se posicionar acima dela. 

Mas, lembre-se que: para se posicionar acima da competição é necessário humildade, educação e dados que comprovam o sucesso de sua empresa. É imprescindível transmitir os diferenciais que o tornam melhor que seus concorrentes. 

Para conseguir se posicionar acima dos concorrentes com sabedoria e veracidade, você precisa estudar sobre as empresas e saber seus pontos fracos e o que as torna uma ameaça para seu nicho. Acompanhar a concorrência e aprender com ela é essencial para que você saiba vender sua empresa com ainda mais sabedoria. 

Afinal, quanto mais você souber sobre esses concorrentes, mais fácil será limitar as comparações vindas do público.

Se mesmo depois dessas 6 dicas essenciais para vender produtos complexos e nada simples você ainda perceber que necessita de um time estratégico para traçar, conduzir e nortear as ações de sua empresa, conte com a gente!

Juntos geramos resultado dentro e fora das telas. Acompanhe nossas redes para conferir mais conteúdos e dicas!

O que é e como usar Lead Magnet na estratégia de conteúdo

Ao darem início à estratégia de Marketing de Conteúdo, você e seu time almejam e esperam por resultados positivos. E para alcançar o esperado, um dos métodos mais eficientes é o Inbound Marketing, associado ao uso do Lead Magnet - ferramenta que possibilita acesso às informações dos visitantes do site, de maneira pouco invasiva -. 

Dessa maneira, tendo conhecimento de dados pontuais, é possível se comunicar diretamente com o seu público fazendo com que ele deixe de ser somente expectador e se transforme em lead, ou seja, em possível cliente. 

Para dar início à criação dos Lead Magnets antes é preciso conhecer sua persona, a representação do cliente ideal. Os gostos, interesses, desejos, comportamentos e necessidades do público definem tal representação. Partindo daí, é possível iniciar a criação dos leads, que ajudarão a estratégia de conteúdo a alcançar novos cenários. 

Se você não sabe o que são os Leads Magnet, suas vantagens e como usá-los, continue lendo a matéria! 

O que é um Lead Magnet?

Um Lead Magnet é basicamente um conteúdo gratuito e de qualidade que você oferece ao público em troca de informações: nome, e-mail, telefone, cargo e outros dados para contato, por exemplo. A técnica é utilizada com o objetivo dos visitantes do site se tornarem leads, e, consequentemente, alavancar as compras. 

Para que esses conteúdos sejam assertivos, simples e eficientes, é fundamental que as estratégias sejam pensadas para a sua persona. Além das estratégias focadas, é necessário que o Lead Magnet seja da melhor qualidade, para que a audiência enxergue valor no material recebido e como consequência compartilhe suas informações de contato para que a empresa finalize o processo e torne-o um lead o quanto antes.

Quais são os benefícios desse tipo de conteúdo? 

Obviamente, o principal benefício do Lead Magnet é o aumento dos leads. Porém, não se resume a isso. A criação desses conteúdos oferece diversas vantagens como:

A regra é básica: quanto mais clientes seu site receber, mais clientes potenciais você terá. 

Com os dados recebidos pela audiência, você terá acesso às informações pessoais desse público. Utilizando-as da maneira correta, você terá uma boa base de dados para as próximas estratégias.

Tão importante quanto alcançar novos leds é mantê-los interessados em sua marca. A tarefa não é fácil e deve ser compreendida como tal. Cuidar da qualidade do conteúdo é essencial no momento da sua criação. 

Como criar uma estratégia eficiente?

Sim, os Leads Magnet irão ajudar a sua estratégia de Inbound Marketing, mas eles necessitam de bons conteúdos para que consigam ser eficientes. Para criar bons leads você precisa definir os pontos: 

Saber os desejos, as dores, as realizações, as queixas e as necessidades da sua audiência é fundamental para um bom Lead Magnet. As respostas nas interações feitas nas redes sociais dizem muito sobre essa análise necessária, como comentários e compartilhamentos.

O fato é que o Lead Magnet é um conteúdo gratuito oferecido em troca de informações, portanto não deve preencher grande parte de sua agenda de trabalho. Encontrar e manter uma forma simples, didática, interessante, moderna e focada para sanar as dúvidas do público é essencial para manter a audiência interessada e possivelmente a tornar fiel. 

Você precisa de ajuda para produzir os Leads e aumentar a quantidade de possíveis clientes? Entre em contato com nosso time. Estamos prontos para te ajudar a alcançar novos objetivos!

Para otimizar a estratégia de conteúdo? Una a pesquisa por voz ao Marketing de Conteúdo

 

Cenas de filmes onde personagens dialogam com robôs estão cada vez mais próximas da nossa realidade, já que a pesquisa por voz faz parte do cotidiano de muitos brasileiros. A IOT, Internet of Things, faz do mundo físico e digital um único universo. Siri e Alexa são exemplos que mostram o quão poderosa e abrangente é essa tecnologia, que quando unida ao SEO, deve unir-se ao SEO para a otimização de buscas. 

Pense em uma casa milionária ou em uma mansão futurista. Os moradores certamente controlam o lar, automatizado, por comando de voz e imagem. É isso que a IOT, Internet of Things (em português, Internet das Coisas) proporciona: a junção dos mundos físico e digital em um único universo.

A Siri e a Alexa são exemplos que mostram o quão poderosa e abrangente é essa tendência tecnológica: a pesquisa por voz. Apenas durante a pandemia, o uso de assistentes virtuais cresceu 47% entre nós, brasileiros. A tecnologia não atrai apenas por poupar o tempo do usuário com digitação, ela também proporciona uma busca mais rápida, interativa e dinâmica. 

Basta uma frase de comando para que a voice search (pesquisa de voz, em português), busque informações na internet através de smartphones, tablets e notebooks, com a ajuda de um(a) assistente virtual. Desde solicitar a receita de um bolo até ligar o ar-condicionado: basta um comando de voz para acontecer. 

Segundo uma pesquisa da Global Market Insights, até 2024 a taxa de uso dos comandos por voz crescerá 35% ao ano. 


(Foto: Unsplash)

Hey, Siri. Oi, Alexa. Como usar as assistentes virtuais? 

A pesquisa por voz é completamente diferente da pesquisa escrita, e isso impacta diretamente na utilização das regras de SEO. De maneira geral, a pesquisa por voz acontece de forma simples. A partir da frase dita, ela é “diluída” em palavras-chave e, nos arquivos de busca na internet, compartilha o resultado. 

Os impactos da busca por voz no SEO

A união entre a busca por voz e o Marketing de Conteúdo é sinônimo de sucesso e assertividade. Para otimizar sua estratégia de conteúdo, conheça os principais pontos que sofrem impacto direto com a busca por voz e coloque-os em prática o quanto antes:

5 passos para unir a busca de voz às estratégias de SEO 

Uma estratégica e bem planejada produção de conteúdo não é o suficiente para conquistar autoridade, espaço no universo digital e o coração dos usuários. A era da pesquisa por voz faz com que as empresas precisem: 

1. Apostar nas long-tails

É fundamental analisar o perfil do público e definir mais palavras-chave no formato cauda longa ( uma pequena frase representando uma busca mais personalizada).

2. Investir em future snippets 

As respostas prontas são as primeiras que aparecem nos buscadores, e elas auxiliam a marca a compartilhar ainda mais conhecimento aos consumidores.

3. Utilizar linguagem natural

Dialogar diretamente com os usuários é a maneira mais direta, simples e rápida de ser conhecido. Por isso, utilize termos com que os usuários possam buscar por sua empresa

4. Manter as boas práticas de SEO 

As técnicas não surtem efeito se forem aplicadas apenas na produção de conteúdos, é necessário verificar a responsividade do site, tempo de carregamento e indexação. 

5.  Apostar no Google Meu Negócio 

Quanto mais informação, melhor. Sempre. Na plataforma é possível inserir informações relacionadas aos serviços prestados, à localização, ao horário de atendimento, às promoções, etc. Quando se pesquisa por um restaurante no Google, os resultados aparecem primeiro para aqueles que possuem os dados completos. 

Viu como unir a busca por voz à estratégia de conteúdo é dialogar com o presente e com o futuro simultaneamente? Agora que você já sabe como e a importância de otimizar suas estratégias através de pesquisas por voz e SEO, ofereça uma experiência mais moderna, jovem e interativa ao usuário. E o melhor de tudo, dialogue com ele utilizando as mesmas expressões e necessidades. Você quer otimizar as estratégias de conteúdo da sua empresa? Siga-nos e nos mande uma mensagem. Nosso time de especialistas está pronto para alcançar novos resultados para sua marca

Múltiplas métricas: uma das principais estratégias para um ROI de sucesso

 

ROI (Return Over Investment), uma das métricas mais citadas e calculadas por empresas de todos os ramos de atuação. O indicador financeiro se baseia na relação entre o dinheiro ganho e o dinheiro aplicado em um investimento. O resultado financeiro fruto de ações estratégicas de marketing está diretamente ligado à métrica.

Recentemente falamos do Marketing Phygital, a nova necessidade para dialogar com os consumidores, a fusão dos mundos on e offline, a junção do presente e do futuro. Porém, sabemos que por muito tempo, os resultados das campanhas de publicidade eram analisados com base em achismos. Afinal, não haviam números a serem analisados. 

O Marketing Digital trouxe consigo diversas métricas que tornaram possível saber com precisão a eficácia dos investimentos realizados. Além de ser um dos principais indicadores, o ROI (Return Over Investiment) é muito utilizado para determinar se as estratégias de marketing estão dando resultado. 

Para calcular o ROI, é preciso analisar o retorno do lucro líquido dividido pelo valor investido em publicidade - é um número fácil de calcular, se os números corretos estiverem sendo usados -. 

Antes de mais nada, já queremos esclarecer que: o ROI não está perdendo força. Algumas métricas é que estão sendo mensuradas de forma incorreta. O cálculo é essencial para garantir que apenas ações lucrativas sejam realizadas, e que a empresa saiba os métodos que não funcionam. Basta aprender a usá-lo de maneira correta e estratégica para transformar as ações e os resultados da empresa. 

As diversas métricas de marketing permitem que você tenha a certeza de que está no caminho certo. Para que a comunicação de uma estratégia publicitária seja assertiva e tenha um bom retorno financeiro, a marca precisa ter certeza de que está investindo dinheiro onde é mais próspero. 

Compreender o ROI é fundamental para organizações de todos os nichos de atuação. Se você é um profissional de marketing, a métrica vai mostrar seu valor ao cliente. Se você é um empresário, o conceito é fundamental para que continue investindo financeiramente. 

Para um melhor retorno de investimento explore diferentes abordagens! 

Apesar do investimento financeiro ser fundamental para a criação de estratégias, o marketing não é apenas lucro. É experiência, sentimento e comportamento. O CAC (Custo de Aquisição do Cliente), é outra das métricas mais importantes e está ligada ao ROI. Resumidamente: o conceito representa o custo para você adquirir clientes. 

A métrica analisa o custo total das despesas de marketing ao longo do tempo e a quantidade de clientes que sua empresa conquistou. Quando ligado ao ROI, o CAC permite que você trabalhe para gastar menos dinheiro para conquistar novos clientes. 

As taxas de conversão do seu site estão baixas? Mesmo quando, para você, elas estiverem satisfatórias, sabia que sempre tem como aprimorar. E para melhorá-las com base nos resultados, é necessário seguir os indicadores do CRO (Conversation Rate Optimization - Otimização da Conversão).

A vantagem mais imediata do CRO é a otimização da taxa de conversão de uma página ou site. Cada dia com uma página, uma campanha ou uma Lading Page ruim de conversão no ar é sinônimo de perda de dinheiro. Anúncios, e-mails marketing, matérias de blog, posts nas redes sociais e outras ações de Marketing Digital também precisam de conversão otimizada. 

Quando falamos em ROI, as mídias pagas são um dos pontos que mais precisam de acompanhamento frequente, já que é preciso identificar se os investimentos estão trazendo resultados positivos. 

Para as mídias Google Ads e Facebook Ads, existem 5 práticas comprovadas que ajudam a alcançar o melhor ROI em mídia paga! 

  1. Saiba como chegar e se comunicar em cada estágio de compra do possível cliente.
  2. Tenha objetivos claros e bem traçados para cada campanha realizada. 
  3. Campanhas diferentes conversam com públicos diferentes - mude a segmentação. 
  4. Comece investindo pouco para entender o resultado - se você não tiver base comparativa.
  5. Realize um relatório com o ROI de cada campanha - para análise de evolução. 

Agora que você já sabe, em resumo, que as campanhas são a linha de frente da sua estratégia digital e que os resultados das ações impactam todos os níveis da empresa, define as métricas mais importantes para que sua empresa coloque as dicas acima em prática. Ah, e não esqueça do relatório para fazer a análise comparativa. 

Mesmo depois de todas as dicas você não sabe como diagnosticar as métricas mas relevantes para seu negócio? Entre em contato conosco e nos siga nas redes sociais! 

Consumo de vídeos curtos: a nova tendência do universo digital que veio para ficar

Ao abrir o Instagram, quanto tempo você navega na plataforma até que seja impactado por um vídeo? Exatamente, poucos segundos são suficientes para que conteúdos do Reels e IGTV façam parte de sua timeline, por exemplo. E, ainda que a tendência visual venha sendo percebida ao longo dos últimos anos, o aumento na produção e consumo de conteúdo em vídeo, deve-se muito à pandemia.

Apenas hoje, até esse exato momento, quantos conteúdos em vídeo você já buscou ou foi impactado nas redes sociais, plataformas de streaming e TV? Certamente, diversos e dos mais variados ramos e marcas. Quando falamos na produção e consumo de conteúdos em vídeo, a mudança no cenário audiovisual está acontecendo de maneira cada vez mais rápida.

De acordo com o estudo “Inside Video”, 99% dos brasileiros assistem à TV, lives, realizam videochamadas, navegam em plataformas de streaming e redes sociais. Quando falamos em consumo gratuito de vídeo online, 80% dos brasileiros ficam vidrados na televisão, enquanto a média global é de 65%. Já nas redes sociais, somamos 72% contra 57%, e nas plataformas de streaming alcançamos 62% enquanto os estrangeiros somam 50%.

Embora a tendência visual venha sendo percebida ao longo dos últimos anos, o aumento na produção e consumo de conteúdos em vídeo, nas mais diversas plataformas digitais, tem crescido constantemente desde o início da pandemia, quando pessoas do mundo todo passaram a usar cada vez mais o digital para trabalhar, comprar, se conectar com amigos e família e solucionar atividades do cotidiano. 

Diante do grande avanço na comunicação e comportamento online, o YouTube identificou o aumento de certas tendências de vídeo, que têm relação direta com o consumo de conteúdo digital. Confira abaixo!

Mesmo antes da pandemia, o streaming vinha em uma crescente quando se tratava da preferência na hora de consumir conteúdo. Em 2019, os brasileiros assistiam em média 3 horas semanais de vídeos pagos, segundo uma pesquisa realizada pela Kantar Ibope Media. No ano passado e neste, a média chegou a quase 13 horas semanais, segundo a nova pesquisa. 

O YouTube, por exemplo, afirmou que o horário nobre mudou e tornou-se mais pessoal. Esse aumento mostra o quanto as pessoas buscam por liberdade no streaming: de ver o que quiserem, no horário que quiserem. Seja um show, um jogo esportivo, uma série ou simplesmente um vídeo que ajude a solucionar um problema. 

Também segundo o YouTube, como boa parte das pessoas estão trabalhando de casa, o tempo de consumo na plataforma também aumentou, principalmente nas televisões conectadas. Mesmo que grande parte dos consumidores ainda utilizem o celular para assistir a vídeos, a TV se transformou na tela com maior crescimento da plataforma. O crescimento do watchtime no Brasil foi de 120% em TV’s conectadas. 

De acordo com um relatório emitido pela Mastercard SpendingPulse, que indica as vendas no varejo, o e-commerce no Brasil cresceu 75% este ano em relação ao ano anterior. O aumento bastante significativo deve-se ao fechamento do comércio físico no início da quarentena e à transição do consumo presencial para o digital. 

Apenas em 2020, o share das compras online representou 44% do total de vendas do varejo. 

Uma pesquisa realizada pela empresa global de tecnologia Criteo, mostra que 56% dos consumidores brasileiros compraram em e-commerces pela primeira vez durante a pandemia; além disso, 94% pretendem tornar a ação um hábito e continuar comprando nas lojas online. 

A tendência, que antes da pandemia esperava-se que iria levar mais alguns anos para atingir a maior parte do país, foi alcançada em poucos meses. Além do consumo em e-commerces, pedir comida em aplicativos de delivery e fazer compras para casa, por exemplo, estão entre os principais comportamentos adotados pelos brasileiros.  

Se você navega nas principais redes sociais da atualidade, especialmente no Instagram, já percebeu o aumento na produção de conteúdo em formato de vídeo curtos. E eles vieram para ficar, não é à toa que a própria plataforma tem criado ferramentas para potencializar a divulgação desses materiais. 

O aumento expressivo está muito ligado ao novo comportamento de consumo mundial: onde as pessoas buscam conteúdos mais leves, atrativos, que possam ser “digeridos” de maneira rápida e que aproximem ainda mais a comunicação da marca criadora do vídeo e seu público-alvo.

A tendência de vídeos curtos tomou conta do universo digital. Recentemente o Instagram lançou o Reels, ferramenta para gravação e edição de filmes de 15 segundos, muito semelhante ao concorrente TikTok, que não aceitou a proposta de compra da rede social. A nova ferramenta da plataforma permite múltiplos cortes, incluindo áudios, efeitos visuais e diversos recursos criativos. O novo formato permite que criadores de conteúdo realizem vídeos criativos e direcionados, utilizando apenas o celular. 

A tendência deixa claro a importância dos vídeos curtos e as novas experiências proporcionadas por eles. Os anunciantes podem alcançar os públicos como nunca, de maneira ainda mais interativa; e os criadores de conteúdo e artistas podem criar com mais facilidade e criatividade. 

Agora que você já sabe tudo sobre o aumento na produção e consumo de conteúdos em vídeos, não hesite em aplicar a tendência nas redes sociais da sua empresa e tornar a comunicação com os consumidores ainda mais próxima e atrativa. 

Mesmo assim você ficou com algumas dúvidas sobre a produção desse tipo de conteúdo? Entre em contato conosco e siga nossas redes, semanalmente damos dicas e compartilhamos novidades do mercado digital. 

Marketing 4.0: o que é, sua evolução e como inseri-lo na empresa

 

Já vivemos a era do Marketing 1.0, 2.0 e 3.0. Agora é a vez do 4.0 atual na economia digital e revolucionar a internet e todas as transformações que envolvem tecnologia e sociedade. Conheça tudo sobre a nova era!

De todas as atividades diárias que você pratica, quantas conseguiria executar sem a tecnologia? Certamente, pouquíssimas, não é mesmo? Que estamos vivenciando a era do marketing digital, que a tecnologia permeia nossa vida e que ela é fundamental para conectar marcas e pessoas, todo mundo sabe. 

O Marketing 4.0 é o mais recente estágio do mercado. Empresários, usuários de redes sociais e profissionais da área de comunicação notam cada vez mais resultados quando se trata de marketing digital. Isso porque diariamente as plataformas digitais sofrem atualizações e os consumidores utilizam ferramentas digitais para pesquisar preços, conhecer novas marcas e comprar produtos. Esse é o comportamento padrão atualmente: utilizar a tecnologia em todas as áreas da vida.

E se você está se questionando qual é a importância do Marketing 4.0 para sua empresa, saiba que é onde os consumidores estão. Ou seja, o ambiente que as marcas também precisam estar e onde a linguagem utilizada deve ser a mesma mantida pelo público, para que a conexão seja ainda mais forte. 

Marketing 4.0: o que é e quando surgiu

Marketing 4.0 é um conceito criado por Philip Kotler, considerado o pai do marketing moderno. Lançado em 2016 em parceria com Hermawan Kartajaya, o livro “Marketing 4.0: do tradicional ao digital” apresenta todas as características da nova era do marketing, que segundo os autores representa a revolução digital para as empresas. 

Os anúncios em TV, jornais, revistas e rádios já não são mais suficientes se não estiverem atrelados com investimentos digitais. Afinal, o comportamento do consumidor mudou e a comunicação das empresas precisa estar alinhada com essa transformação do cotidiano. 

Para que a transformação aconteça corretamente dentro de uma organização, o primeiro passo é mudar o mindset da equipe. Compreender a nova realidade e o porquê de sua importância é fundamental antes de aplicar o marketing digital. 

Segundo Kotler, a conexão causa mudanças bastante importantes na sociedade: 

Para que as empresas estejam em sintonia com o público, as organizações precisam ser inclusivas, horizontais e sociais. 

Do Marketing 1.0 a 4.0

Neste primeiro momento, o mercado apresentava baixa concorrência e escassas opções ao consumidor. Diante disso, o foco das empresas eram seus produtos e a produção dos itens. 

O estudo do público-alvo, a personalização e os diferenciais não existiam. Para vender os produtos e serviços, as marcas apenas massificam a divulgação. 

Nesse momento a concorrência entre as empresas aumenta, e com isso surge a preocupação com a construção e percepção de marca. Ou seja, a identidade das empresas começa a ser trabalhada de maneira mais individual e estratégica.

Os consumidores se tornaram mais exigentes em relação às marcas e passaram a ter mais opções de escolha. Por isso, as marcas começaram a adotar a segmentação, para dialogarem com o público que desejam captar.  

Esse estágio é marcado pela transição das empresas, que em vez da segmentação passaram a apostar na personalização. Afinal, embora as pessoas pertençam à comunidades, elas são seres únicos. 

Para as marcas se conectarem com o público, as organizações também adotaram valores humanos. Para gerar identificação com cada pessoa. Afinal, é isso que os consumidores esperam de uma marca: posicionamento e proximidade, e não apenas venda. 

As grandes transformações digitais aconteceram após o Marketing 3.0, em diversos meios online. Mas, a revolução digital foi tão impactante, que Kotler desenvolveu um novo conceito para o atual cenário da economia digital. 

O Marketing 4.0 não é um substituto para o Marketing 3.0: as empresas precisam seguir com valores humanos e assumir as personalidades das marcas. O que mudou é que agora a tecnologia assume um papel protagonista nesse novo cenário. 

Como aplicar o Marketing 4.0

Agora que você já compreendeu o Marketing 4.0 e o acompanhamento dos conceitos até aqui, está na hora de aprender como colocá-lo em prática. Para isso, fique atento à lista abaixo:

Para que a empresa se comunique de maneira próxima e direta com o público, nada melhor do que investir em uma brand persona. Assim, a empresa assume uma identidade e evidencia seu propósito e seus valores. 

Conversar com o público de igual para igual é fundamental. E unir-se à concorrência também é uma estratégia que só tende a fortalecer ambas as organizações. 

No universo digital, cenário que vivemos imersos nos últimos anos, qualquer pessoa pode manifestar sua opinião, compartilhar experiências e influenciar nas decisões de outros consumidores. Por isso é importante que você saiba que não tem total controle da sua empresa e do que falam dela. Os consumidores constroem a reputação da marca. 

Claro que atitudes estratégicas podem minimizar os impactos negativos. O manual de gerenciamento para crises de imagem, por exemplo, é fundamental para saber o que fazer e como agir quando for surpreendido como empresário. 

A vida acontece dentro e fora das telas. Justamente por isso é fundamental que o marketing online esteja atrelado ao offline, como Kotler defende no livro. Afinal, o consumidor vive um paradoxo: se comunicar cada vez mais pelas redes sociais e valorizar as vivências e experiências do “mundo real”.

O que fazer para sua marca suprir as expectativas dos consumidores? Investir na experiência omnichannel, que é uma estratégia de uso simultâneo conectada em diferentes canais de comunicação, sejam eles online ou offline, que visa proporcionar uma experiência inesquecível ao consumidor. 

Como sabemos, o consumidor está cada vez mais informado, exigente e ocupado. Não basta desenvolver uma publicação ou investir em anúncio patrocinado, por exemplo, e esperar um retorno grandioso e uma audiência fiel e sólida. Gerar informações relevantes para as pessoas é o que faz sua marca ganhar o coração e a atenção delas. 

Resolva alguma dúvida, apresente algo novo, ensine a maneira correta de usar, compartilhe experiências e dicas, mostre o processo e não apenas o resultado final. Para criar laço com o consumidor é preciso mostrar-se à disposição e mais do que isso, estar disposto a aprender com ele. 

Lembre-se que: se sua marca não faz parte do universo digital ela não existe para o mundo. 

Forte e verdadeira, a frase acima diz muito sobre a importância de fazer parte da comunicação online, já que por muito tempo empresas trataram o público como massa e escolheram apenas um veículo de comunicação baseado em achismos. 

Assim como a tecnologia e a sociedade, o marketing também precisa evoluir. Vale reforçar que a transformação digital não engloba somente o marketing. A transformação acontece também na estrutura das empresas, que coloca a tecnologia como um norte para todas as demais ações. 

Agora que você já sabe tudo sobre Marketing 4.0 está pronto para colocá-lo em prática na sua empresa. Certo? Se mesmo assim você ficou com dúvida ou não sabe por onde começar, conte com a gente para se relacionar com os consumidores da maneira correta! 

Ativos de diferenciação: como usar os elementos e se tornar memorável para o consumidor


Ativos de diferenciação são todos os elementos que fazem com que determinada marca seja lembrada: o slogan, o logotipo, as fontes, a paleta de cores, a embalagem, os sons, o personagem, a música. Todos esses elementos compõem o DNA da empresa e a tornam reconhecida no mercado.


Quando você pensa em três listras, o que vem à sua cabeça? E quando pensa na frase “Just Do It”? E quando você ouve "dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola…”? E quando pensa na imagem da maçã mordida? 

É muito provável que você tenha lembrado da Adidas, da Nike, do McDonald's e da Apple. E essa lembrança não é por acaso. O branding das grandes indústrias do mercado criou ativos de diferenciação, e o resultado das estratégias é as marcas fixadas na mente das pessoas. A conexão entre os consumidores e as marcas é tão forte que é provável que você tenha lido o jingle do Méqui cantarolando. 

 

O que são ativos de diferenciação?

Os ativos de diferenciação (distinctive asset, em inglês) são elementos que fazem o público lembrar da marca sem que seja necessário pronunciar seu nome. Os símbolos se fixam na memória do público e ajudam as marcas a consolidarem sua imagem com os consumidores. 

Os ativos são tudo aquilo que você lê, ouve, escuta, toca ou sente, e faz a marca vir à sua cabeça. Como por exemplo: slogans, cores, logotipos, fontes, músicas, personagens, efeitos sonoros, efeitos visuais, cheiros, embalagens, personagens, celebridades. 

Para que esses elementos “grudem” na memória dos consumidores é necessário que a marca realize um trabalho de branding. Se o objetivo for tornar uma marca mais desejada, lembrada e querida no mercado, eles exercem um papel fundamental na consolidação da imagem. Afinal, os ativos de diferenciação são como gatilhos mentais, despertam a lembrança de marca e todas as características que a cercam. 

Quais são os principais benefícios dos ativos? 

Como falamos, eles são essenciais para que o público reconheça as marcas sem que seus nomes precisem ser citados. Além de consolidar a imagem da empresa, os ativos auxiliam na consciência de marca, ou seja, no brand awareness.

Esses estímulos que resultam no reconhecimento de marca não se aplicam apenas no cenário do marketing nacional. No marketing internacional, por exemplo, onde muitos desses elementos não dependem da língua falada, qualquer um dos estímulos citados anteriormente pode ser reconhecido. 

Confira os exemplos abaixo!

 

Chamar a atenção do público é uma tarefa fundamental, principalmente no atual cenário, como comentamos, onde recebemos inúmeros estímulos e as marcas são esquecidas ao longo do dia. 

Uma pesquisa desenvolvida pela Ipsos comprovou que os ativos de diferenciação são capazes de impulsionar o desempenho da marca em relação à atenção do público. 

O estudo mostrou que os anúncios que exibiam ativos tiveram um desempenho 34% melhor em relação à atenção do consumidor. Em anúncios que exibiram apenas o nome da marca, essa menção não fez diferença para atrair o público.

Assim como as lembranças vividas, os ativos de diferenciação ficam “arquivados” na memória do público. Basta um estímulo, por menor que seja, para acionar a lembrança de marca no mesmo instante. 

Vale ressaltar que essa lembrança vem acompanhada de diversas outras informações: opiniões, percepções, sensações, experiências. Por isso é tão importante proporcionais experiências positivas aos consumidores. 

Na campanha “Mamíferos”, feita pela Parmalat em 1996, por exemplo, os ativos de diferenciação se conectam com memórias afetivas infantis e criam laços fortes com as emoções das pessoas que viveram na época. 

A influência dos ativos de diferenciação não se aplicam apenas no fortalecimento da imagem da marca, trabalhado no branding. O impacto resulta também nas vendas, quando a estratégia é feita da maneira correta. 

Pense em um produto que você queira comprar. Algumas marcas já vieram à sua cabeça, certo? Quando você pensa em um chips crocante e salgado, talvez pense na Ruffles. Quando pensa em um refrigerante, talvez pense no logo da Coca-Cola. Essas marcas, que vieram à sua cabeça em segundos, estão no seu “top of mind”. 

É para isso que os ativos servem: para colocar essas marcas em um lugar especial da sua memória e serem lembradas na hora da compra. 

Para se tornarem parte da vida dos consumidores, os ativos de diferenciação precisam conquistar a mente do público. A conexão construída desenvolve relacionamentos sólidos e duradouros. 

Os ativos de diferenciação estão presentes em conversas, indicações e comentários nas redes sociais. Afinal, gostamos de falar sobre o que sentimos, vivenciamos e nos identificamos. A conexão entre o público e a marca pode ser tão forte, por exemplo, a ponto de um logo se tornar uma tatuagem e um jingle a trilha da vida de alguém. 

Como inserir os ativos de definição no marketing de conteúdo?

Como toda estratégia de comunicação, os ativos de definição precisam conectar todos os pontos de contato que a marca utiliza para dialogar com os consumidores. Se os canais usados forem blog, redes sociais, e-mail marketing, site e WhatsApp, por exemplo, os textos, vídeos, fotos e áudios precisam ter a mesma identidade. 

Ao reforçar sua comunicação, a marca “martela” a mensagem na cabeça do consumidor até que as mesmas informações sejam “arquivadas” em sua memória. Para um ativo de definição ser memorável é necessário:

Marcas de sucesso que têm seus ativos de definição claros e inseridos em todos os canais de comunicação: 

Exemplos de grandes marcas 

O efeito sonoro é muito conhecido e reforça a marca sempre que o consumidor deseja consumi-la. Assim que o provedor de filmes é acessado, o efeito dá as boas vindas ao público. 

Bem diferente da maioria dos bancos que desejam transmitir seriedade com cores sóbrias e contidas, o Nu investe no roxo para reforçar sua identidade visual. O “roxinho”, como é chamado, não é nada careta, né?!

Agora que você já sabe o que são ativos de diferenciação e como reforçá-los na estratégia de marketing de conteúdo, aplique-os na comunicação da sua marca! 

E lembre-se: eles são estímulos que, quando bem executados, se fixam na lembrança do consumidor. 

Você ficou com alguma dúvida ou quer iniciar a comunicação para ter uma empresa sólida, querida pelo público e de sucesso no mercado? Entre em contato conosco pelas redes sociais!