Marketing 4.0: o que é, sua evolução e como inseri-lo na empresa

 

Já vivemos a era do Marketing 1.0, 2.0 e 3.0. Agora é a vez do 4.0 atual na economia digital e revolucionar a internet e todas as transformações que envolvem tecnologia e sociedade. Conheça tudo sobre a nova era!

De todas as atividades diárias que você pratica, quantas conseguiria executar sem a tecnologia? Certamente, pouquíssimas, não é mesmo? Que estamos vivenciando a era do marketing digital, que a tecnologia permeia nossa vida e que ela é fundamental para conectar marcas e pessoas, todo mundo sabe. 

O Marketing 4.0 é o mais recente estágio do mercado. Empresários, usuários de redes sociais e profissionais da área de comunicação notam cada vez mais resultados quando se trata de marketing digital. Isso porque diariamente as plataformas digitais sofrem atualizações e os consumidores utilizam ferramentas digitais para pesquisar preços, conhecer novas marcas e comprar produtos. Esse é o comportamento padrão atualmente: utilizar a tecnologia em todas as áreas da vida.

E se você está se questionando qual é a importância do Marketing 4.0 para sua empresa, saiba que é onde os consumidores estão. Ou seja, o ambiente que as marcas também precisam estar e onde a linguagem utilizada deve ser a mesma mantida pelo público, para que a conexão seja ainda mais forte. 

Marketing 4.0: o que é e quando surgiu

Marketing 4.0 é um conceito criado por Philip Kotler, considerado o pai do marketing moderno. Lançado em 2016 em parceria com Hermawan Kartajaya, o livro “Marketing 4.0: do tradicional ao digital” apresenta todas as características da nova era do marketing, que segundo os autores representa a revolução digital para as empresas. 

Os anúncios em TV, jornais, revistas e rádios já não são mais suficientes se não estiverem atrelados com investimentos digitais. Afinal, o comportamento do consumidor mudou e a comunicação das empresas precisa estar alinhada com essa transformação do cotidiano. 

Para que a transformação aconteça corretamente dentro de uma organização, o primeiro passo é mudar o mindset da equipe. Compreender a nova realidade e o porquê de sua importância é fundamental antes de aplicar o marketing digital. 

Segundo Kotler, a conexão causa mudanças bastante importantes na sociedade: 

Para que as empresas estejam em sintonia com o público, as organizações precisam ser inclusivas, horizontais e sociais. 

Do Marketing 1.0 a 4.0

Neste primeiro momento, o mercado apresentava baixa concorrência e escassas opções ao consumidor. Diante disso, o foco das empresas eram seus produtos e a produção dos itens. 

O estudo do público-alvo, a personalização e os diferenciais não existiam. Para vender os produtos e serviços, as marcas apenas massificam a divulgação. 

Nesse momento a concorrência entre as empresas aumenta, e com isso surge a preocupação com a construção e percepção de marca. Ou seja, a identidade das empresas começa a ser trabalhada de maneira mais individual e estratégica.

Os consumidores se tornaram mais exigentes em relação às marcas e passaram a ter mais opções de escolha. Por isso, as marcas começaram a adotar a segmentação, para dialogarem com o público que desejam captar.  

Esse estágio é marcado pela transição das empresas, que em vez da segmentação passaram a apostar na personalização. Afinal, embora as pessoas pertençam à comunidades, elas são seres únicos. 

Para as marcas se conectarem com o público, as organizações também adotaram valores humanos. Para gerar identificação com cada pessoa. Afinal, é isso que os consumidores esperam de uma marca: posicionamento e proximidade, e não apenas venda. 

As grandes transformações digitais aconteceram após o Marketing 3.0, em diversos meios online. Mas, a revolução digital foi tão impactante, que Kotler desenvolveu um novo conceito para o atual cenário da economia digital. 

O Marketing 4.0 não é um substituto para o Marketing 3.0: as empresas precisam seguir com valores humanos e assumir as personalidades das marcas. O que mudou é que agora a tecnologia assume um papel protagonista nesse novo cenário. 

Como aplicar o Marketing 4.0

Agora que você já compreendeu o Marketing 4.0 e o acompanhamento dos conceitos até aqui, está na hora de aprender como colocá-lo em prática. Para isso, fique atento à lista abaixo:

Para que a empresa se comunique de maneira próxima e direta com o público, nada melhor do que investir em uma brand persona. Assim, a empresa assume uma identidade e evidencia seu propósito e seus valores. 

Conversar com o público de igual para igual é fundamental. E unir-se à concorrência também é uma estratégia que só tende a fortalecer ambas as organizações. 

No universo digital, cenário que vivemos imersos nos últimos anos, qualquer pessoa pode manifestar sua opinião, compartilhar experiências e influenciar nas decisões de outros consumidores. Por isso é importante que você saiba que não tem total controle da sua empresa e do que falam dela. Os consumidores constroem a reputação da marca. 

Claro que atitudes estratégicas podem minimizar os impactos negativos. O manual de gerenciamento para crises de imagem, por exemplo, é fundamental para saber o que fazer e como agir quando for surpreendido como empresário. 

A vida acontece dentro e fora das telas. Justamente por isso é fundamental que o marketing online esteja atrelado ao offline, como Kotler defende no livro. Afinal, o consumidor vive um paradoxo: se comunicar cada vez mais pelas redes sociais e valorizar as vivências e experiências do “mundo real”.

O que fazer para sua marca suprir as expectativas dos consumidores? Investir na experiência omnichannel, que é uma estratégia de uso simultâneo conectada em diferentes canais de comunicação, sejam eles online ou offline, que visa proporcionar uma experiência inesquecível ao consumidor. 

Como sabemos, o consumidor está cada vez mais informado, exigente e ocupado. Não basta desenvolver uma publicação ou investir em anúncio patrocinado, por exemplo, e esperar um retorno grandioso e uma audiência fiel e sólida. Gerar informações relevantes para as pessoas é o que faz sua marca ganhar o coração e a atenção delas. 

Resolva alguma dúvida, apresente algo novo, ensine a maneira correta de usar, compartilhe experiências e dicas, mostre o processo e não apenas o resultado final. Para criar laço com o consumidor é preciso mostrar-se à disposição e mais do que isso, estar disposto a aprender com ele. 

Lembre-se que: se sua marca não faz parte do universo digital ela não existe para o mundo. 

Forte e verdadeira, a frase acima diz muito sobre a importância de fazer parte da comunicação online, já que por muito tempo empresas trataram o público como massa e escolheram apenas um veículo de comunicação baseado em achismos. 

Assim como a tecnologia e a sociedade, o marketing também precisa evoluir. Vale reforçar que a transformação digital não engloba somente o marketing. A transformação acontece também na estrutura das empresas, que coloca a tecnologia como um norte para todas as demais ações. 

Agora que você já sabe tudo sobre Marketing 4.0 está pronto para colocá-lo em prática na sua empresa. Certo? Se mesmo assim você ficou com dúvida ou não sabe por onde começar, conte com a gente para se relacionar com os consumidores da maneira correta! 

Ativos de diferenciação: como usar os elementos e se tornar memorável para o consumidor


Ativos de diferenciação são todos os elementos que fazem com que determinada marca seja lembrada: o slogan, o logotipo, as fontes, a paleta de cores, a embalagem, os sons, o personagem, a música. Todos esses elementos compõem o DNA da empresa e a tornam reconhecida no mercado.


Quando você pensa em três listras, o que vem à sua cabeça? E quando pensa na frase “Just Do It”? E quando você ouve "dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola…”? E quando pensa na imagem da maçã mordida? 

É muito provável que você tenha lembrado da Adidas, da Nike, do McDonald's e da Apple. E essa lembrança não é por acaso. O branding das grandes indústrias do mercado criou ativos de diferenciação, e o resultado das estratégias é as marcas fixadas na mente das pessoas. A conexão entre os consumidores e as marcas é tão forte que é provável que você tenha lido o jingle do Méqui cantarolando. 

 

O que são ativos de diferenciação?

Os ativos de diferenciação (distinctive asset, em inglês) são elementos que fazem o público lembrar da marca sem que seja necessário pronunciar seu nome. Os símbolos se fixam na memória do público e ajudam as marcas a consolidarem sua imagem com os consumidores. 

Os ativos são tudo aquilo que você lê, ouve, escuta, toca ou sente, e faz a marca vir à sua cabeça. Como por exemplo: slogans, cores, logotipos, fontes, músicas, personagens, efeitos sonoros, efeitos visuais, cheiros, embalagens, personagens, celebridades. 

Para que esses elementos “grudem” na memória dos consumidores é necessário que a marca realize um trabalho de branding. Se o objetivo for tornar uma marca mais desejada, lembrada e querida no mercado, eles exercem um papel fundamental na consolidação da imagem. Afinal, os ativos de diferenciação são como gatilhos mentais, despertam a lembrança de marca e todas as características que a cercam. 

Quais são os principais benefícios dos ativos? 

Como falamos, eles são essenciais para que o público reconheça as marcas sem que seus nomes precisem ser citados. Além de consolidar a imagem da empresa, os ativos auxiliam na consciência de marca, ou seja, no brand awareness.

Esses estímulos que resultam no reconhecimento de marca não se aplicam apenas no cenário do marketing nacional. No marketing internacional, por exemplo, onde muitos desses elementos não dependem da língua falada, qualquer um dos estímulos citados anteriormente pode ser reconhecido. 

Confira os exemplos abaixo!

 

Chamar a atenção do público é uma tarefa fundamental, principalmente no atual cenário, como comentamos, onde recebemos inúmeros estímulos e as marcas são esquecidas ao longo do dia. 

Uma pesquisa desenvolvida pela Ipsos comprovou que os ativos de diferenciação são capazes de impulsionar o desempenho da marca em relação à atenção do público. 

O estudo mostrou que os anúncios que exibiam ativos tiveram um desempenho 34% melhor em relação à atenção do consumidor. Em anúncios que exibiram apenas o nome da marca, essa menção não fez diferença para atrair o público.

Assim como as lembranças vividas, os ativos de diferenciação ficam “arquivados” na memória do público. Basta um estímulo, por menor que seja, para acionar a lembrança de marca no mesmo instante. 

Vale ressaltar que essa lembrança vem acompanhada de diversas outras informações: opiniões, percepções, sensações, experiências. Por isso é tão importante proporcionais experiências positivas aos consumidores. 

Na campanha “Mamíferos”, feita pela Parmalat em 1996, por exemplo, os ativos de diferenciação se conectam com memórias afetivas infantis e criam laços fortes com as emoções das pessoas que viveram na época. 

A influência dos ativos de diferenciação não se aplicam apenas no fortalecimento da imagem da marca, trabalhado no branding. O impacto resulta também nas vendas, quando a estratégia é feita da maneira correta. 

Pense em um produto que você queira comprar. Algumas marcas já vieram à sua cabeça, certo? Quando você pensa em um chips crocante e salgado, talvez pense na Ruffles. Quando pensa em um refrigerante, talvez pense no logo da Coca-Cola. Essas marcas, que vieram à sua cabeça em segundos, estão no seu “top of mind”. 

É para isso que os ativos servem: para colocar essas marcas em um lugar especial da sua memória e serem lembradas na hora da compra. 

Para se tornarem parte da vida dos consumidores, os ativos de diferenciação precisam conquistar a mente do público. A conexão construída desenvolve relacionamentos sólidos e duradouros. 

Os ativos de diferenciação estão presentes em conversas, indicações e comentários nas redes sociais. Afinal, gostamos de falar sobre o que sentimos, vivenciamos e nos identificamos. A conexão entre o público e a marca pode ser tão forte, por exemplo, a ponto de um logo se tornar uma tatuagem e um jingle a trilha da vida de alguém. 

Como inserir os ativos de definição no marketing de conteúdo?

Como toda estratégia de comunicação, os ativos de definição precisam conectar todos os pontos de contato que a marca utiliza para dialogar com os consumidores. Se os canais usados forem blog, redes sociais, e-mail marketing, site e WhatsApp, por exemplo, os textos, vídeos, fotos e áudios precisam ter a mesma identidade. 

Ao reforçar sua comunicação, a marca “martela” a mensagem na cabeça do consumidor até que as mesmas informações sejam “arquivadas” em sua memória. Para um ativo de definição ser memorável é necessário:

Marcas de sucesso que têm seus ativos de definição claros e inseridos em todos os canais de comunicação: 

Exemplos de grandes marcas 

O efeito sonoro é muito conhecido e reforça a marca sempre que o consumidor deseja consumi-la. Assim que o provedor de filmes é acessado, o efeito dá as boas vindas ao público. 

Bem diferente da maioria dos bancos que desejam transmitir seriedade com cores sóbrias e contidas, o Nu investe no roxo para reforçar sua identidade visual. O “roxinho”, como é chamado, não é nada careta, né?!

Agora que você já sabe o que são ativos de diferenciação e como reforçá-los na estratégia de marketing de conteúdo, aplique-os na comunicação da sua marca! 

E lembre-se: eles são estímulos que, quando bem executados, se fixam na lembrança do consumidor. 

Você ficou com alguma dúvida ou quer iniciar a comunicação para ter uma empresa sólida, querida pelo público e de sucesso no mercado? Entre em contato conosco pelas redes sociais!

Market network: o futuro dos negócios conecta marca e público de maneira interativa


A mistura das redes sociais, que têm o objetivo de conectar a marca com seu público, e do marketplace, focado na venda, originou o Market Network: o futuro do relacionamento com o cliente. A novidade oferece uma interação ainda mais direta entre empresa e consumidor.


Você já contou quantas horas por dia passa navegando na internet? Alguns estudos já. Apenas no Brasil, em média, passamos mais de nove horas diárias consumindo conteúdos digitais. Apenas nas redes sociais somamos mais de três horas diárias. No marketplace não é diferente. Assim como as redes, o formato focado em venda tem crescido cada vez mais. 

Ambos são formatos já consolidados e incorporados na rotina mundial. Por isso, para unir o melhor dos dois mundos, surgiu o Market network. A plataforma, pensada para proporcionar uma experiência ainda mais prática, menos burocrática e estressante ao consumidor, cria redes que possibilitam a interação ainda maior de profissionais e clientes.

No dia a dia, o novo modelo permite que as marcas exponham seus produtos e serviços em um só ambiente. Além da praticidade oferecida ao consumidor, que encontra no mesmo lugar tudo que possa lhe gerar interesse, a comunicação e os processos burocráticos são bem mais simples. Fora, claro, a oportunidade de potencializar o networking. 

Market network? Por quê? 

As redes de mercado, como também são conhecidas, oferecem uma vantagem simples e muito valiosa: a conexão mais significativa e de longo prazo que uma transação tradicional. O modelo “imita” como os negócios acontecem na vida real. 

Introduzido por James Currier, um investidor da área de tecnologia que acredita que o futuro do relacionamento das marcas com seus clientes se dará por meio de plataformas bastante próximas, o modelo de negócios, que visa um relacionamento mais próximo e humanizado, ainda é novo no Brasil. Mas, nos Estados Unidos, já é visto com uma tendência bem consolidada. Você deve estar se questionando qual é o principal impacto de um market network, certo? Se não está, deveria. 

A principal mudança está na forma como a venda acontece. Ao invés da venda tradicional onde o consumidor tem uma comunicação unilateral, apenas recebendo informação da marca, com a plataforma os clientes podem opinar, avaliar os produtos e serviços oferecidos, indicar colaboradores que têm o perfil da marca e colaborar com o trabalho. Tudo isso de maneira simples, claro. 

Outra característica bastante interessante do market network é que são criados diferentes nichos de serviços oferecidos, o que fomenta o contato entre os profissionais, auxiliando tanto nas referências quanto no crescimento do negócio. 

Mas, e na prática? 

A HoneyBook é uma plataforma que utiliza o modelo, nos Estados Unidos. A empresa oferece, a pequenos e iniciantes negócios, a possibilidade de divulgação e gerenciamento de transações em um só lugar. Quando falamos de pequenas e médias empresas, a ideia se transforma em uma maneira de crescer e ampliar a presença no mercado. 

no Brasil, a Archademy foi pioneira na nova plataforma. A empresa criou o primeiro network do país, para que arquitetos e decoradores possam apresentar seus trabalhos e serem avaliados e encontrados por clientes. Segundo Anna Rafaela Torino, uma das fundadoras da Archademy, a novidade só tende a crescer no Brasil, e já traz diversos benefícios para pequenos e médios negócios que realizam vendas online. 

Como funciona o market?

A introdução em uma dessas plataformas é como a criação de uma conta nas redes sociais. O profissional cria um perfil, onde vai apresentar os serviços e trabalhos já realizados. Lá os clientes que se interessam pelo nicho podem analisar os trabalhos, tirar dúvidas, ver opiniões de outras pessoas e ter acesso à nota de qualidade do profissional ou empresa. Além disso, os participantes do market network podem se conectar a outras pessoas que têm as mesmas necessidades e interesses, fortalecendo o networking.

Como acontece a contribuição para o mundo dos negócios?

Como James Currier defendeu em sua apresentação do conceito, o market network tem um grande potencial de transformar a maneira como os consumidores e as empresas se relacionam. A ideia gira em torno da cooperação, troca de informação e experiência mais humanizada. Esse aprofundamento irá fazer com que a reputação das empresas e dos profissionais seja ainda mais fundamental, já que avaliações são permitidas e mostradas ao público. 

Sem contar o leque de possibilidades do consumidor, que terá mais opções do mesmo nicho, poderá escolher a empresa ou profissional que mais lhe agrada e passa a avaliar de maneira mais criteriosa o que consome.

Antes pedíamos indicações de serviços a amigos. Hoje, por exemplo, é possível encontrar as empresas e profissionais dentro do market network. Estamos cada vez mais conectados às redes sociais, e o mercado também. O market veio para facilitar a burocracia e fortalecer pequenos e médios negócios. 

Você, empresário e prestador de serviço individual, já criou seu perfil na tendência mais avançada de vendas do mercado? Conte-nos! 

Não sabe como se comunicar e posicionar sua marca? Siga-nos e conte com o nosso time de especialistas. 

Consistência de marca: o que é necessário para criar uma empresa sólida

A consistência de marca é resultado do que a empresa se propõe a fazer para manter a comunicação alinhada aos seus valores e identidade. A solidez, conquistada a longo prazo, é essencial para uma marca com autoridade no mercado.

Sua marca mantém as ações estratégicas e o diálogo com o público alinhados aos valores e identidade da empresa? A consistência de marca é fruto, que nasce a longo prazo, dessa somatória sólida. A construção e “amarração” de todos esses “pontos” resultam na autoridade da marca e no alto reconhecimento no mercado. 


Mas, como alcançar tal consistência? 

Para atuar de maneira coerente e estratégica, um trabalho de Marketing é fundamental para que a empresa consiga alcançar os objetivos que antecedem - e acompanham - a consistência de marca.

O alinhamento entre o posicionamento, os valores e a identidade da organização é essencial para que o público seja capaz de reconhecer as características dela em toda e qualquer ação. 

A solidez é resultado da recorrência ao se comunicar e explorar os elementos que constroem a marca:

Uma coisa é fato: quanto mais houver um padrão na comunicação, mais o público se identificará e reconhecerá a marca. A coerência, ao abordar e defender os mesmos objetivos, faz com que o reconhecimento do público seja natural.  

A construção de uma imagem só acontece quando há consistência. Imagine uma empresa que, em um momento, se comunica de maneira moderna, jovem e divertida e, em outro, utiliza uma abordagem séria e autoritária. 

Se a oscilação no diálogo for constante, por exemplo, haverá ruídos na comunicação, impedindo uma identificação e compreensão clara sobre quem é a marca. Isso se aplica também na identidade visual, que necessita de reforço e unidade . 

Quais são os resultados da consistência? 

Um bom trabalho de branding, atrelado à consistência, é capaz de proporcionar excelentes resultados - vale ressaltar: a longo prazo - para a empresa, principalmente em termos competitivos e de relacionamento com o consumidor.

Compreenda ainda mais a importância da consistência analisando suas principais vantagens abaixo. 

Em diversos setores de atuação a competitividade é alta. Diversas empresas relevantes tentando “fisgar” e fidelizar o mesmo público. Para que a organização se destaque das demais, é essencial que ela tenha uma identidade visual e comunicativa definida, e se comunique com regularidade.

Autoridade: qual empresa não deseja ter? A conquista é resultado de um bom trabalho de imagem e consistência. Algumas empresas desenvolvem tão bem essa questão que atrelam o nome da marca a um determinado produto. 

Bombril, Cotonetes, Gillette e Omo são grandes exemplos de autoridade de marca. As empresas conquistaram o nível mais alto de autoridade: quando o consumidor pensa em um produto e faz associação direta com marcas específicas.

Se você conhece o mundo do marketing, conhece o renomado professor Philip Kotler e o conceito de consumidor 4.0. Atualmente, o mercado é dominado por esse tipo de comprador, que busca se relacionar com marcas humanizadas, que se comportam como membros de uma comunidade. A humanização e a consistência andam de mãos dadas. Afinal, não há como humanizar sem que haja frequência. Portanto, a empresa precisa manter um padrão de comunicação sólido para se aproximar e possibilitar a humanização. 

A lealdade está associada às memórias, a longo prazo. Em um “mar” de marcas, como transmitir lealdade ao consumidor? Com uma estratégia baseada em consistência. O consumidor necessita de garantia de qualidade. Quando ele tem segurança, dá um passo em direção à fidelização de laços com a empresa.

Esse é um dos principais propósitos do digital: “tocar” os consumidores e despertar neles as mais diversas emoções. Um bom profissional de marketing é capaz de direcionar o público até determinada emoção, por exemplo. E não, para emocionar o consumidor e fazê-lo recordar da marca, não é necessário que o nome da organização esteja estampado de maneira chamativa. Elementos que marcam o branding como cor, tom de voz e linguagem já fazem a “ligação” com a empresa. 

Como dar início à construção da consistência? 

Como já dito, as ações estratégicas de marketing são fundamentais para nortear a marca em direção à consistência. Quer saber por onde começar? Confira os passos abaixo!

Primeiramente, é preciso entender o porquê a marca existe. Quais são seus valores, propósitos, crenças. As informações são o ponto de partida para ajudar a marca a construir um público e se estruturar no mercado. 

As diretrizes são fundamentais para que a empresa saiba para qual caminho está indo e como trabalhar com as estratégias de comunicação. As definições são “regras” que precisam ser seguidas, sempre, para que a consistência seja possível

Visando uma marca sólida e consistente, a maneira como a empresa fala com o consumidor precisa transmitir a ideia principal sobre a marca. A mesma abordagem, uma linguagem única - como criar um nome para a comunidade específica -, o tom de voz e recursos como slogans são fundamentais para dar consistência. 

A maneira como a empresa se comunica com seu público é um dos pontos mais importantes da consistência. 

Com o passar do tempo, o público cria expectativas em relação à maneira como a marca se comporta e realiza seu branding. Isso se deve à maneira como a empresa foi construída e apresentada durante os anos. Mudar um comportamento, do dia para a noite, causará muitas dúvidas no público e pode inclusive prejudicar a imagem da marca e seu engajamento. 

A consistência de marca está muito ligada à abordagem positiva da empresa, à maneira como se posiciona e à imagem que transmite. Os consumidores esperam, além de um excelente trabalho por parte da marca, que ela não se envolva em polêmica ou acontecimentos desagradáveis. Ficar de fora do hate é essencial. 

Viu como a consistência de marca está diretamente ligada com o ato incessante de dialogar e se relacionar com o público? Mantendo os propósitos, os valores e a identidade da empresa, claro. Traçar e seguir um caminho é fundamental para gerar identificação e reconhecimento, essenciais para uma marca sólida e bem aceita pelo público. 

Se você quer dar o start em direção à consistência, mas não sabe por onde começar mesmo após ler a matéria. Entre em contato conosco e siga-nos nas redes sociais! 

Tecnologias emergentes: essenciais para o futuro dos negócios

As tecnologias emergentes são avanços e inovações nas mais diversas áreas tecnológicas. Com grande potencial de impacto e crescimento, estas tecnologias ampliam as possibilidades de atuação de uma empresa como um todo. 

Quando você pensa no futuro, o que vem à sua cabeça? Provavelmente, algo relacionado à tecnologia. Afinal, falar do futuro sem abordar inovação e possibilidades tecnológicas fica cada vez mais difícil e distante da atual realidade. 

As tecnologias não apenas fomentam o desenvolvimento do mundo dos negócios como também ditam mudanças na sociedade e no comportamento humano. O acirramento entre as empresas concorrentes  tem exigido cada vez mais diferenciais das marcas. O uso de tecnologias emergentes tem se mostrado um fator diferenciador fundamental. 

Os últimos anos foram marcados por novas tecnologias que prometem mais segurança digital, agilidade e proporcionam, aos usuários, uma experiência ainda mais dinâmica e exclusiva. A facilidade é um dos principais propósitos tecnológicos. Por isso, são capazes de conquistar uma comunidade. 

O olhar no futuro 

Cada tecnologia tem um objetivo e beneficia um grande grupo. Mas, assim como no universo digital, tudo está conectado e interligado. O que determina a maneira como os negócios são desenvolvidos e guiados é a convergência de tecnologias. 

Que o consumidor está cada vez mais exigente, informado e inteligente nós já sabemos. Mas, para desenvolver um relacionamento fiel e confiável entre a marca e o consumidor, é preciso ter transparência em todas as situações. 

Assim como as empresas que não fazem parte do universo digital, as que não incorporarem tecnologias aos processos - mesmo que de maneira gradativa -, terão dificuldade de se manter no mercado e serem lembradas pelos consumidores. 

As promessas do futuro 

A empresa de consultoria PwC Brasil, realizou a pesquisa “As Oito Essenciais”, onde apontou as tecnologias emergentes mais promissoras para os próximos anos. O ranking conta com aquelas que são capazes de solucionar problemas de gerenciamento, do dia a dia, do trabalho e na relação com o público. 

Mais potente do que quando utilizadas individualmente, a somatória das tecnologias é inúmeras vezes mais poderosa e valiosa. O antigo ditado “a união faz a força” simboliza tal convergência.  

As 8 maiores promessas tecnológicas 

1. Blockchain 

Já ouviu falar no sistema? Ele permite rastrear o envio de dados pela internet, de maneira mais confiável. As informações do usuário são organizadas em blocos e reorganizadas sempre que uma transferência é realizada. A ação, que garante mais segurança nas transações, já é utilizada por bancos e instituições financeiras.  

(Foto: Google)


2. Drones

Os “pequenos aviões” são vistos com cada vez mais frequência no céu. Usados para captação de imagem, em um futuro muito próximo eles serão úteis para realizar entregas, garantir a segurança de um determinado local e até auxiliar no trabalho de hospitais e órgãos públicos. 

Os maiores nomes da indústria: Apple, Amazon, Google e Microsoft, já planejam utilizar drones em suas diversas funções, em um futuro muito próximo.  


(Foto: Google)


3. Impressão 3D

Utilizada para reduzir custos, adiantar prazos de entrega e diminuir os danos ao meio ambiente, a impressão 3D é uma das grandes promessas para os próximos anos. A construção se baseia em um modelo virtual e pode utilizar materiais como metal, plástico, gesso e vidro. Embora algumas casas ao redor do mundo já tenham sido construídas com a tecnologia, em breve ela será replicada em larga escala.

(Foto: Google)


4. Inteligência artificial Falar sobre o assunto, até poucos anos atrás, parecia utopia. Hoje, vivemos essa realidade, mas não tão acentuada como nos filmes. A IA, como é chamada, se baseia em softwares e algoritmos capazes de aprender e desenvolver padrões a partir de dados. 

Através dos dados, a indústria pode compreender as ações atuais do consumidor e prever tendências de consumo.


(Foto: Google)


5. Internet das Coisas 

Fazer do mundo físico e digital um único universo. Isso é o que a IOT, como é chamada, se propõe. Siri e Alexa são exemplos que mostram o quão poderosa e abrangente é essa tecnologia. Automação da casa, comando por voz e imagem, carros que se auto pilotam… algumas das possibilidades já exploradas. 

(Foto: Google)

 

6. Realidade aumentada 

A cada dia que passa o físico e o digital estão cada vez mais unidos. A junção propõe uma nova forma de ver o mundo, expandindo a visão real através de imagens e sons. Consegue se imaginar trabalhando com óculos “computador”? Essa já é a realidade de estoquistas, responsáveis por manutenção, produção e entregas.

(Foto: Google)


7. Realidade virtual 

Assim como a realidade aumentada, a realidade virtual vem para mudar a maneira como vemos o mundo. A tecnologia utiliza imagens de computador tridimensionais, que inserem alguém em determinada situação. Fazer parte de uma viagem ou de um videogame, com a tecnologia, é possível.

No mundo dos negócios, a realidade virtual pode melhorar o atendimento, a experiência e se projetar para ainda mais próximo do consumidor. As assistentes virtuais mais famosas do mundo são resultado da tecnologia. 

(Foto: Google)


8. Robótica

A área não se cansa de inovar. Embora os robôs, produzidos em larga escala, tendem a atuar também em outros setores, visando a automação e agilidade na produção. Apesar de bastante conhecido, o setor tem muito a crescer.

Como a maior parte das tecnologias são de alto custo, para implementá-las nas redes varejistas, é necessário inovar com a ajuda de outras empresas e sistemas que forneçam o tipo de tecnologia.

É fundamental lembrar que: mais importante que conhecer as 8 maiores promessas do futuro tecnológico, é enxergá-las com tal potencial. E que, apesar de serem cada vez mais necessárias, as tecnologias não inferiorizam o valor humano nas empresas. Elas apenas complementam e servem para potencializar a relação entre as pessoas e fomentar as produções.

(Foto: Google)

Gatilhos promocionais: o que são e como atraem os consumidores em uma ação promocional

Os gatilhos promocionais são técnicas utilizadas para atrair consumidores em uma ação promocional realizada no ponto de venda, na internet ou na televisão. 

Em uma loja física ou virtual, quais são os apelos promocionais que despertam seu interesse e estimulam sua decisão de compra? Já se perguntou quais são os gatilhos necessários para encantar o público e fomentar as vendas? Com o objetivo de descobrir os atributos mais eficientes e as técnicas mais poderosas para atrair os consumidores em uma ação promocional, o Portal da Promo desenvolveu uma pesquisa, “Raio-X da Promoção 2021”. O estudo dividido entre “Promoções” e “Cashback” reuniu mais de 2.300 colaboradores. 

Compre e ganhe: mais acessadas

Segundo dados do estudo, grande parte das promoções mais acessadas do Portal da Promo utilizavam o momento de crise causado pela pandemia e o posicionamento das marcas como parceiras dos consumidores como gatilho promocional.

(Fonte: Meio & Mensagem)

 

As três primeiras grandes marcas (Guaraná, Ypê e P&G) têm um perfil similar: alta recorrência em promoções cuja premiação oferecia aos consumidores a chance de “mudar de vida”. O awareness, como de costume, também é um atributo essencial: 71% dos entrevistados para a pesquisa recordam de ao menos uma propaganda promocional das marcas. 

Facilidade encanta 

A facilidade em participar das promoções feitas, e o nível de engajamento orgânico, fez com que 41% dos entrevistados tenham participado de pelo menos uma das campanhas citadas pelo Portal da Promo. 

A facilidade, o conhecimento e o alto valor dos prêmios são os gatilhos que mais fazem com que o público participe das promoções. 57% engajam em promoções simples de compreender e participar, 31% aderem ações de marcas conhecidas e 13% se interessam pelo alto valor dos prêmios. 

Canais de comunicação 

Quando se trata dos canais mais relevantes para divulgar a promoção, 37% dos participantes da pesquisa informaram que escolheram ponto de venda, 35% optaram pela internet e 27% decidiram em frente à televisão.

No universo digital, 46% dos entrevistados responderam que preferem participar de campanhas através do WhatsApp, 33% através de hotsites. 11% por QR Code e 10% por aplicativos

Cashback: mais acessadas

No segundo recorde e momento da pesquisa, que avalia somente as promoções de cashback, “dinheiro de volta”, “experimente grátis”, “dinheiro no bolso” e “grátis” fazem parte da maioria dos discursos das promoções mais acessadas e lembradas. 

(Fonte: Meio & Mensagem)

 

Quanto se trata de cashback, o awareness é inferior. Apenas 34% dos entrevistados responderam que lembravam de pelo menos uma campanha promocional com as condições citadas acima. 

A oportunidade fala mais alto

Os homens, que normalmente não têm participação efetiva em campanhas promocionais que envolvem “sorte”, tiveram uma participação de 30% em relação às mulheres quando se trata de ações que oferecem cashback. Acredita-se que devido à racionalidade e imediatismo. 

Os gatilhos que mais atraem a atenção do público: “entendo o cashback como um bom desconto” em primeiro lugar e “é uma oportunidade de experimentar um produto sem gastar” em segundo. 

Durante a pesquisa, 45% dos respondentes afirmaram que o cashback abre possibilidade para que se tornem "fiéis" à marca que demonstra tal preocupação. Já 31% apenas reconhecem o benefício.

Já para os mais jovens, 46% (de 18 a 24 anos) e 41% (de 25 a 34 anos) responderam que uma campanha atraente de cashback está diretamente ligada ao uso de tecnologias como WhatsApp e QRCode. 

Você, como empresa, faz e fez uso de quais gatilhos promocionais em campanhas publicitárias? E você, como consumidor, de quais campanhas recorda? As técnicas para atrair o público são utilizadas com cada vez mais frequência e de maneira cada vez mais estratégicas. 

Para aplicar e compreender essa e outras estratégias, siga-nos nas redes sociais! 

Psicologia das Cores: como cada cor influencia o cérebro do consumidor de maneira diferente

A Psicologia das Cores é um estudo que analisa como o cérebro identifica e processa as informações visuais, podendo influenciar nossas decisões, sentimentos e desejos. Áreas como publicidade, arquitetura, moda e design utilizam do estudo para compreender a mentalidade do consumidor.  

No marketing, nada é feito por acaso, nem mesmo um “simples detalhe”. Cada informação presente no produto ou serviço, mesmo que de maneira implícita, impacta e desperta alguma sensação no consumidor - prejudicando ou estimulando a compra. 

Com o surgimento do neuromarketing, foi possível associar a ciência ao marketing. A união de ambos é considerada a chave para o entendimento da lógica comum, que visa compreender os desejos, impulsos e gostos do consumidor através do estudo das reações neurológicas. 

Sim, de acordo com cada cor, nosso cérebro interpreta a tonalidade de maneira completamente distinta. Para compreender as representações das cores e dos estímulos cerebrais causados, confira a matéria completa.

Primeiro, o que é Psicologia das Cores? 

A Psicologia das Cores é um estudo que visa compreender o comportamento humano em relação às cores. Essa área de psicologia analisa e define quais os efeitos que cada cor causa nas pessoas, como mudanças nos sentimentos, nas emoções, nos desejos e nas decisões. 

Suas cores favoritas estão presentes nos produtos e serviços que você mais consome? Para as marcas, é fundamental aprender o significado de cada cor e ter consciência do que elas transmitem para que seja possível atrair e dialogar com os objetivos de marketing.  

Como utilizar a Psicologia das Cores de maneira estratégica? 

Mesmo sabendo da importância que as cores têm, muitas marcas ainda cometem o erro de não dar a devida atenção para tal decisão. Assim como com o design, o uso das cores acaba sendo deixado de lado mesmo sendo prioridade em ações estratégicas de marketing.

Segundo algumas pesquisas realizadas, 93% dos consumidores informam que a aparência visual é o fator que mais contribui no momento da decisão de compra. De acordo com Neil Patel, “a cor representa 85% da razão pela qual você comprou um produto específico”. 

A Psicologia das Cores é fundamental para qualquer projeto de marketing. Ao realizar uma escolha equivocada na criação da marca, no desenvolvimento da embalagem ou em um anúncio, as sensações despertadas no público podem não estar de acordo com o que a empresa deseja transmitir.

O significado de cada cor 

Falando de marcas já conhecidas no mercado, podemos perceber que as pessoas estão acostumadas a ligar cores a determinados tipos de comportamento. Você, por exemplo, consegue lembrar de quatro nomes que utilizam a cor azul em sua comunicação estratégica? 

Cada cor representa e estimula algo. Confira abaixo! 

A cor é uma das mais simbólicas do mercado. Grandes marcas de fast food como McDonald's e Burger King utilizam as cores em suas marcas. 

Por despertar atenção e urgência, a cor quente é bastante usada no varejo, principalmente quando se trata de uma campanha de promoção.

A cor é dividida em tons mais suaves e mais intensos. O rosa suave indica delicadeza, enquanto o rosa mais intenso remete à modernidade

Ambos os tons são usados em marcas femininas, infantis e em docerias.

Assim como o vermelho, o amarelo estimula o apetite. Quando usada separadamente, a cor transmite otimismo e acolhimento. 

Em ações de marketing como CTA's, a cor é bastante usada pois consegue chamar a atenção do usuário e fazê-lo se concentrar nos detalhes, por exemplo.

A cor enérgica desperta o ânimo, a criatividade e a confiança dos usuários. Apesar de ser derivada do vermelho, o laranja é mais agradável aos olhos e menos agressivo. 

Marcas que usam a cor tendem a ter espírito jovem. 

O verde está muito ligado ao meio ambiente, à natureza. A cor remete equilíbrio, harmonia e frescor à marca. 

Em hospitais e clínicas de saúde, e produtos de higiene que remetem ao frescor, a cor é bastante utilizada, por ser equilibrada.

Assim como o rosa, o azul é dividido em tons mais suaves e mais intensos.
A cor traz a sensação de higiene e é capaz de estimular a criatividade e transmitir sucesso e conquista.  

O azul escuro é bastante usado em ambientes corporativos por transmitir segurança e confiança às pessoas.

Assim como o laranja, o roxo estimula a criatividade e imaginação. A cor transmite nobreza, mistério, sensatez e calma.  

Ela é bastante usada em produtos de beleza e locais que visam o bem-estar, como SPA e clínica de estética.

Para remeter à sofisticação e serenidade, o marrom é a cor mais indicada. A cor transmite contato com a natureza e segurança.  

Marcas de produtos orgânicos e outros ramos ligados à natureza utilizam muito a cor em suas comunicações. Quando usadas em ambientes corporativos, o marrom transmite estabilidade, confiança e elegância.

O preto é a cor mais poderosa e neutra. É muito associada à força e elegância. 

A cor transmite mistério - e pode estar relacionada ao medo -, sofisticação e poder. Por ser bastante neutra e facilitar a combinação com outras cores, o preto é bastante usado nas comunicações.

Assim como o preto, a cor é uma das mais neutras. O branco é considerado a “cor pura”, capaz de transmitir tranquilidade, organização e harmonia. Além de ser uma das cores mais fáceis de combinar, o branco tem o poder de acalmar os pensamentos.

No universo do marketing de conteúdo, o branco é utilizado como cor prevalecente nos blogs e demais conteúdos de valor.

A cor é a junção das duas tonalidades mais neutras da paleta. O cinza transmite solidez, formalidade e modernidade.

Quando usado em excesso, pode representar frieza e distância.

O prata possui um brilho espelhado que transmite alto valor, sucesso, qualidade e elegância. 

Marcas de joias, carros e tecnologias são os ramos que mais utilizam a cor.

Assim como o prata, o dourado possui um brilho natural que transmite riqueza, conquistas e grandeza. 

O uso das cor implica generosidade de tempo, dinheiro e espírito. O dourado é a cor da vitória, por isso a cor está presente nas medalhas de ouro para os vencedores.

Qual cor usar para a sua marca? 

Essa resposta nós não somos capazes de fornecer. Por quê? Por que as cores despertam sentimentos diferentes dependendo do segmento do seu relógio. Por isso, é essencial realizar testes com as equipes criativa e estratégica para saber quais cores encantam e convertem mais. 

Agora que você já sabe a importância de escolher as cores de maneira minuciosa e os sentimentos que cada uma das tonalidades desperta no cérebro dos consumidores, conte-nos: qual é a cor principal da sua marca? Ela transmite o que você acreditava transmitir? 

Para ter uma empresa que dialoga diretamente com o consumidor, e transmitir uma mensagem de acordo com a essência da marca, conte com quem entende! Siga-nos nas redes sociais e entre em contato. Será um prazer fazer sua marca decolar!

Neuromarketing: entenda como o cérebro funciona e saiba como atrair mais clientes

 

Neuromarketing é um campo de estudo recente que une o marketing à neurociência para compreender o comportamento do consumidor, com base nas informações processadas pelo cérebro que influenciam diretamente a tomada de decisão e identificação com determinado produto ou serviço. 

O que te atrai na embalagem daquele produto que você compra todo mês? Por que alguns tipos de propagandas te emocionam mais do que outras? Qual abordagem mais desperta seu interesse no momento de adquirir algo? O neuromarketing explica essas e muitas outras questões.

Cada vez mais as empresas compreendem que construir uma marca é mais uma arte do que uma ciência. Para alcançar o sucesso e serem bem recebidas pelo consumidor, as empresas têm investido na combinação de ambas as estratégias no momento de criar campanhas publicitárias atrativas e emocionantes. As decisões não são tão racionais quanto imaginamos. 

Com a ajuda na neurociência, o neuromarketing busca compreender a jornada do consumidor, tendo como base as informações processadas pelo cérebro. O estudo analisa como as empresas podem construir e adaptar suas estratégias para influenciar os clientes em um nível psicológico.

A relação da neurociência com o marketing

O termo surgiu no início dos anos 90, nos estudos de Gerry Zaltman, da Universidade de Harvard. Um ano depois, a Coca-Cola contratou laboratórios de universidades dos Estados Unidos para analisar as propagandas e anúncios realizados.

O neuromarketing nada mais é do que aplicar as tecnologias da neurociência para fins do marketing. Através da aplicação de tomografia cerebral, as reações geradas no cérebro humano, quando recebem determinados estímulos, são estudadas. A dilatação da pupila, a resposta muscular e a temperatura da pele são algumas das características que dizem muito sobre o consumidor. 

Aliar-se à ciência para compreender o funcionamento do cérebro, e otimizar os anúncios e estratégias de comunicação de uma empresa é fundamental. Visando que: 

Por que o neuromarketing é tão importante? A resposta é simples: porque, com a ajuda das tecnologias da neurociência, é possível identificar os estímulos que acionam cada uma das partes do cérebro.

O funcionamento do cérebro e suas diferentes receptividades

Já ouviu falar na Teoria do Cérebro Trino, criada pelo neurocirurgião Paulo MacLean? Segundo o especialista, nosso cérebro é dividido em três partes: 

Conhecido também como instintivo, essa é a parte que comanda os reflexos relacionados às emoções primitivas: instinto de sobrevivência, fome, sono e segurança. 

O segundo nível cerebral é responsável por controlar as emoções mais complexas e também os 5 sentidos. O hipocampo, região responsável pela memória, se localiza aqui. Essa parte do cérebro armazena um grande número de informações. 

Essa é a região que difere os seres humanos dos animais. Os lobos cerebrais controlam as intenções sociais e fornecem a capacidade de pensar de maneira racional e abstrata. A criatividade também é comandada pela estrutura.

Da teoria à prática - exemplo real 

Após uma pesquisa realizada para a Campbell’s, a famosa marca norte-americana que produz sopas em lata, a empresa decidiu mudar sua embalagem. O estudo, norteado pela neurociência, avaliou as respostas corporais dos consumidores ao terem contato com a marca. 

Entender o porquê das pessoas sentirem conforto quando pensam em sopa em casa, mas não no mercado na hora da compra, era o objetivo principal do estudo. Os resultados mostraram que a marca precisava fazer alterações na embalagem, já que os clientes respondem mais positivamente a pacotes e recipientes foscos do que à texturas brilhantes. 

A adição de fumaça - já que as pessoas preferem sopas quentes -, a redução do logo e a eliminação da coleção - elemento identificado como indiferente -  e a mudança do prato por um bowl foram as principais mudanças na embalagem da marca. 

 

(Fonte: Resultados Digitais)

 

Vale esclarecer que neuromarketing não é persuasão com manipulação.
O objetivo do termo não é entender o funcionamento cerebral para desenvolver campanhas que aumentem as vendas de um produto ou serviço, mas sim usufruir de um conjunto de estratégias que busca agregar valor aos artigos e à relação entre consumidor e empresa. 

https://giphy.com/gifs/MCZ39lz83o5lC (o gif será inserido no blog) 

O termo, que utiliza a neurociência para compreender os usuários e fazê-los entender a relevância que determinado objeto ou função pode ter, sem dúvidas é uma grande ferramenta estratégica. Mas, se sua empresa optar pelo investimento, tenha certeza de que está agindo pelos motivos corretos! 

Conte-nos: o que achou do conteúdo? Consegue recordar quais são seus produtos ou serviços favoritos e porquê eles despertam tamanho interesse em você?

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Políticas de Privacidade: o que são e porquê grandes empresas usam os dados estrategicamente.


As Políticas de Privacidade são informações documentadas, uma espécie de garantia, que abrangem medidas de Privacidade e Segurança de determinada empresa. Os registros fornecem informações da organização para com o usuário, em relação à utilização dos dados fornecidos à corporação. O objetivo das políticas é garantir transparência aos donos dos dados que possui.

Antes de prosseguir a leitura é importante esclarecer que o único objetivo desta matéria é informar. Não nos responsabilizamos por atitudes que possam ser praticadas por outras organizações.

Sabe aquela confirmação feita às pressas no rodapé da página - geralmente -, sem a leitura necessária, visando apenas dar continuidade ao processo de preenchimento de dados? É sobre o que são essas informações, para quê servem e como são utilizadas que iremos abordar. 

Após a nova Lei Geral de Proteção de Dados brasileira entrar em vigor, em setembro de 2020, o assunto tem sido um dos mais abordados atualmente. A lei estipula diversas obrigações para empresas e organizações sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, tanto online quanto offline. 

(Foto: Divulgação)


Mas, afinal, o que são Políticas de Privacidade?

Resumidamente: são documentos que contém práticas e medidas de Privacidade e Segurança adotadas por uma determinada empresa ou organização. De modo geral, o objetivo da Política é informar e esclarecer aos usuários a maneira como os dados pessoais coletados são utilizados, armazenados e protegidos.

Embora o assunto não seja recente, as Políticas de Privacidade ganharam mais visibilidade após a criação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) - tema abordado logo abaixo -. A lei reforça a transparência que a empresa deve adotar ao informar de maneira clara e precisa as operações práticas que realiza com os dados pessoais dos usuários. 

Como funciona o compartilhamento de dados - exemplo real e atual 

Recentemente, o WhatsApp começou a compartilhar com seus usuários a nova política de privacidade da terceira rede social mais consumida no mundo. Uma das novas regras é a obrigatoriedade do compartilhamento de dados do aplicativo de mensagens com o Facebook, Instagram e Messenger. 

Como esses dados serão compartilhados com as outras redes sociais ainda não se sabe. Mas, essa nova via de informações valiosas, será uma mina de ouro para as grandes empresas lerem, armazenarem e gerenciarem todas as mensagens trocadas. 

O Facebook será como um provedor de soluções para algumas contas empresariais, já que a própria plataforma ajuda a fornecer o necessário "para enviar e receber mensagens”. “Algumas empresas poderão escolher o Facebook, organização controladora do WhatsApp, para armazenar e responder mensagens de clientes de maneira segura. O Facebook não usará automaticamente suas mensagens para exibir os anúncios direcionados que você vê, mas as empresas poderão usar as conversas com você para fins de marketing, incluindo anúncios no Facebook”, diz o WhatsApp ao explicar a nova política de privacidade. 

Segundo Will Cathcart, chefe do WhatsApp, as novas mudanças serão apenas para contas comerciais. A prática “não afeta a forma como as pessoas se comunicam, em particular com amigos ou familiares”, afirma.  

Como proteger os dados de maneira segura 

Carissa Véliz, professora da Universidade de Oxford e escritora do livro “Privacidade é o Poder”, acredita que é preciso acabar com o modelo digital baseado nos dados pessoais. Confira algumas dicas abordadas por ela no livro: 

Vale lembrar que após oito anos de discussão, em 14 de agosto de 2018, o presidente Michel Temer sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD). Porém, ela entrou em vigor em setembro de 2020, e possibilita que as organizações tenham 18 meses para se adaptarem. 

A lei elenca os dez princípios que as empresas públicas e privadas devem obedecer quando se trata de dados dos usuários. Muitas empresas, que nem sabem o que fazer com tamanho volume de informação, passarão por uma mudança de mindset, já que a LGPD vai contra a coleta de dados desenfreada e deve-se restringir apenas às informações diretamente úteis para o contato imediato com os consumidores. 

Essa matéria fez você repensar a forma como as Políticas de Privacidade são escritas e vistas dentro e fora de uma empresa? Este é o momento de analisar minuciosamente tudo que está inserido no documento que a maioria das pessoas não lê! 

Marketing Experiencial: a estratégia que aumenta o engajamento por meio de experiências dos usuários.

Muito se fala sobre a experimentação do usuário e a importância de deixá-la ainda mais valiosa. O Marketing Experiencial é a estratégia que aumenta o engajamento e o alcance orgânico da marca, através de experiências bem pensadas e executadas. Confira a estratégia e saiba como aplicá-la!  

Antes de dar continuidade à leitura responda: o que faz você recomendar uma marca a um amigo e contraindicar outra? Definitivamente, a experiência vivenciada durante o processo de compra ou no pós-venda. 

Embora o assunto seja abordado há algum tempo, esse é o principal “segredo” por trás de toda campanha de marketing de sucesso. Afinal, fazer o consumidor “sentir a essência da marca” é fundamental para desenvolver identificação e despertar a vontade de consumi-la. 


(Foto: Divulgação) 

Por que a experiência é decisiva para o sucesso? 

É simples compreender: consumidores modernos, atentos ao mercado e cada vez mais acostumados com as compras online, optam por marcas que proporcionam as melhores experiências de conteúdo. Desta maneira é possível estabelecer conexões intensas e duradouras, ampliando o alcance da marca através de feedbacks positivos. 

Mas antes, o que é Marketing Experiencial? 

O conceito trata de uma estratégia que tem como objetivo o engajamento do consumidor por meio de experiências com a marca. Ao direcionar as ações para a satisfação da persona, a marca consequentemente gera um sentimento positivo, e a venda torna-se secundária.Uma ação de Marketing Experiencial pode acontecer de diversas maneiras e envolver as mais variadas estratégias e tecnologias. Embora a experiência não se limite ao universo digital, uma visita a um estádio de basquete, por exemplo, pode ser uma das experiências proporcionadas ao cliente. 

A criatividade é o limite na hora de criar vivências em locais estratégicos. Lembre-se: a participação ativa do consumidor deve ser estimulada durante toda a ação. Assim, o engajamento será a consequência. Afinal, não faz sentido conduzir uma estratégia se o público participar apenas como ouvinte. 

Nesse tipo de evento os valores e o propósito da marca não podem ser esquecidos. Como informamos, o foco do Marketing Experiencial é a experiência proporcionada ao consumidor e não os produtos e serviços. Mas, a identidade da marca deve ser trabalhada de maneira ampla e estratégica para que seja possível criar uma imagem duradoura e positiva. 

O segredo do sucesso está nas ações contínuas, no longo prazo. Não basta desenvolver campanhas bem pensadas e proporcionar experiências encantadoras se ambas criarem valor apenas de curto prazo. Manter o contato e desenvolver um relacionamento com a audiência é fundamental. 

Quais são os três maiores benefícios do Marketing Experiencial? 

O maior benefício do conceito movido por boas estratégias é, sem dúvida, o engajamento. Ele representa a produção de experiências interativas e de imersão, aproximando o consumidor da marca e tornando a relação entre ambos fluida e natural. O resultado desse diálogo é o lead. 

Philip Kotler, professor e autor do livro “Marketing 4.0”, aponta outro benefício do conceito: dar e receber feedbacks, comentando sobre a ação com amigos. O que é maravilhoso, já que um dos principais canais de comunicação é a indicação - entre 50% e 80% do boca a boca é motivado por campanhas de Marketing Experiencial. 

Para ter sucesso na estratégia ela precisa ser sólida e bem traçada. Consequentemente, esse é o terceiro benefício do conceito: transformar leads em consumidores satisfeitos que propagam a marca de forma orgânica e frequente. Afinal, clientes satisfeitos geram mais clientes satisfeitos.

Você deseja surpreender seu consumidor e fazê-lo embarcar em uma viagem duradoura ao seu lado? Então, é hora de colocar o Marketing Experiencial em prática e fazer o conceito tornar-se parte da sua estratégia. Além de otimizar o engajamento e facilitar a conversão, o conceito gera autoridade para a marca e a projeta mais para próximo do público.

Mesmo depois de conhecer o conceito você não sabe como dar início às estratégias? Nosso time de especialistas está pronto para te ajudar, basta entrar em contato conosco!